http://www.blogrelatorioreservado.ig.com.br/ - 2/6/2014 - 8h29
Na Bayer, só se fala em sucessão presidencial. Não exatamente a de Dilma Rousseff, mas a do nº 1 do grupo no Brasil, Theo van der Loo.
O clima eleitoral eclodiu com a recente indicação de Eduardo Estrada Whipple para o comando da Bayer CropScience no país.
A nomeação foi interpretada na companhia como um forte indício de que o destino de van der Loo já está selado e sacramentado, assim como o de Whipple.
A presidência da divisão de agronegócio seria apenas um rito de passagem para o posto mais alto do grupo no Brasil, mudança que deverá se consumar no início de 2015.
Oficialmente, a Bayer nega a troca de comando no Brasil. Estranho seria o contrário.
É importante ressaltar que, se permanecer no cargo ao menos até janeiro, Theo van der Loo terá cumprido quatro anos de mandato – coincidência ou não, praticamente o mesmo período que coube aos últimos presidentes da Bayer no Brasil, Horstfried Laepple e, anteriormente, Armin Burmeister.