Fonte: A Tribuna
O Ministério Público de Guarujá prorrogou, até a próxima segunda-feira, o prazo para que a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), a estatal que administra o Porto de Santos, informe novas opções de locais para a queima de 115 cilindros com gases tóxicos armazenados no complexo marítimo.