Fonte: Estadão
Instrumentos financeiros tradicionalmente associados à especulação passaram de “vilão a mocinho” e são cada vez mais usados como mecanismos de proteção, em especial pela pessoa física, o elo mais exposto à volatilidade. Os nomes dados a essas estruturas, como fence e collar (leia mais ao final do texto), assustam à primeira vista, mas funcionam como uma espécie de seguro, já que, na prática, oferecem um controle do risco.