Fonte: Jornal do Brasil - 5/10/2014 - 11h00
# Cada região brasileira possui características individuais, o que também se reflete no sabor do café e o Café do Centro aproveita essa individualidade para criar blends únicos
O Brasil, como principal produtor de café do mundo, possui diversos terroirs, com regiões capazes de produzir os mais distintos aromas e sabores. Cada uma das principais regiões produtoras do Brasil é dotada de características individuais e marcantes, que se manifestam em seus grãos, e é a partir dessas características únicas que são construídos os blends complexos e ricos que fazem do Brasil O País do Café.
Os Cafés Especiais de Origem, do Café do Centro, empresa especializada em cafés gourmet, reconhecida pela excelência na qualidade dos seus grãos e pelo incentivo ao consumo de um café de excelente qualidade, traduzem as individualidades de cada região. São sabores únicos, que colaboram para a descoberta de blends que mais se adequam a cada paladar.
Cidades e sabores
Cerrado Mineiro (MG): café de doçura caramelizada;
Sul de Minas (MG): café frutado cremoso;
Alta Mogiana (SP): café com sabor achocolatado intenso;
Espírito Santo (ES): cafés de sabor cítrico equilibrado;
Paraná (PR): o café possui um sabor encorpado forte;
Bahia (BA): cafés com sabor suave de baunilha.
Novas embalagens
As embalagens da linha de Cafés Especiais de Origem ganharam estampas específicas para cada uma das seis regiões produtoras. Pátina, palha, renda, fuxico, chita e ladrilho são as texturas que remetem às regiões do Espírito Santo, Cerrado Mineiro, Bahia, Paraná, Sul de Minas e Mogiana.
A ideia foi divulgar a cultura de cada região e como o café é muito ligado ao interior do país, pela agricultura, pelas fazendas, nada mais apropriado do que marcar a história nas embalagens, reavivando as texturas das fazendas de café do interior.
Regiões e texturas:
Espírito Santo: A pátina é um tipo de revestimento protetor aplicado em casas ou móveis de madeira. É uma técnica que dá efeito rústico de desgaste e envelhecimento muito suave. Com o tempo ganhou status e virou sinônimo de elegância das grandes fazendas do interior.
Cerrado Mineiro: A palha é um subproduto vegetal que após desidratada é usada na indústria, no artesanato e até como combustível. Utilizada também para fazer adereços regionais como os chapéus de palha ou, até, a peneira para a seleção do café.
Bahia: Tipo consagrado, a baiana reúne elementos visuais de tradição barroca europeia, como saias armadas, volumosas; e cores e texturas de peças africanas. A renda está presente compondo toda a sua vestimenta, sendo a grande marca da roupa da baiana.
Paraná: O fuxico é um artesanato de tecido onde um pequeno círculo com as extremidades alinhavadas e franzidas inspira a criação de enfeites e adereços, até a composição de peças maiores como colchas e mantas, muito comum nas propriedades cafeeiras do interior do Brasil.
Sul de Minas: A chita é um tecido de algodão, de trama rudimentar, com estampas florais coloridas, que compunha os vestidos das mulheres do interior. A chita foi introduzida no Brasil a partir de 1800 pelos europeus. Hoje é usada por decoradores e estilistas em suas coleções.
Mogiana: O ladrilho é um tipo de revestimento artesanal feito à base de cimento, usado em pisos e paredes. É reconhecido por sua resistência e por suas qualidades decorativas, precioso trabalho feito à mão que contribui para a construção do Brasil.
Sobre o Café do Centro
Um café absolutamente perfeito; da fazenda à xícara. Grãos selecionados, processos de seleção rigorosos, sustentáveis e uma bebida diferenciada, única, que expressa a história da marca em cada grão. Esta é a definição para o Café do Centro que nasceu em 1916 no centro nobre da cidade de São Paulo e hoje é referência no Brasil quando o assunto é café gourmet.
Nestes anos de existência, a empresa foi protagonista de um mercado que praticamente ajudou a criar. “Quando começamos há alguns anos, apostamos nossas expectativas em um segmento praticamente inexistente, mas o amor pelo café e a visão de futuro nos fizeram acreditar e seguir adiante com a torrefadora” dizem, em um único tom, os diretores executivos da companhia, Rodrigo e Rafael Branco Peres.
Fonte: Encaso Comunicação Corporativa