27/01/2011

Rio de Janeiro e São Paulo são prioridades para a GVT

Fabiana Monte (fmonte@brasileconomico.com.br)

Chegada da empresa à cidade de São Paulo pode ser atrasada por falta de mão de obra e dificuldades em realizar obras para instalar a rede.

No fim do ano passado, a GVT deu início à investida em grandes cidades dos dois principais estados brasileiros: Rio de Janeiro e São Paulo, regiões dominadas pelas competidoras Telefônica e Oi.

Na quarta-feira (26/1), a empresa controlada pelo grupo Vivendi anunciou sua chegada à capital fluminense, num movimento que já consumiu R$ 100 milhões. Até 2012 outros R$ 300 milhões serão empregados.

A rede da GVT inicialmente estará disponível em regiões de 21 bairros, o correspondente a 15% da área urbana da cidade do Rio de Janeiro.

A rede tem capacidade para 73 mil clientes de telefonia fixa e banda larga. A previsão é ampliar a cobertura para outros dez bairros ao longo do ano, ampliando a capacidade da rede para 180 mil acessos e 30% de cobertura geográfica. Em 2012, a cobertura deve chegar a 50% da cidade.

"Mas pode ser que essa ampliação ocorra em um ritmo mais rápido, tal qual ocorreu em Niterói, onde lançamos o serviço há quatro meses com 30% de cobertura e agora já temos 60%", diz Troller Pinto, vice-presidente executivo da GVT.

Em Niterói, que fica a cerca de 14 quilômetros da capital, a rede da empresa tem capacidade para 37 mil clientes e a GVT já conta com 23 mil. O objetivo é ampliar a infraestrutura para 60 mil acessos.

"O resultado em Niterói foi acima das nossas expectativas", afirma. Na cidade, 94% dos clientes da GVT na cidade contrataram serviços de banda larga e 97% deles com velocidade a partir de 10Mbps.

São Paulo

A chegada da GVT na capital de São Paulo pode ser atrasada por conta de dificuldades de contratação de mão de obra e para a obtenção de licenças para obras. A previsão inicial era lançar os serviços para os paulistanos no segundo semestre. Para isso, a empresa já investiu R$ 400 milhões e prevê aplicar outros R$ 2 bilhões até 2014.

"Ainda não podemos garantir que a GVT vá lançar o serviço este ano em São Paulo porque não temos todas as licenças. São mais de 100 quilômetros de obra. Já assinamos um protocolo de intenções com a prefeitura, mas a cidade é complexa, o que talvez adie nossa entrada na capital em alguns meses", afirma Amos Genish, presidente da companhia.

Se, de fato, houver atraso na chegada à capital, o executivo diz que os recursos serão destinados à expansão da GVT para outras cidades, mas ele não quis informar quais. O número de novos municípios que receberão serviços da operadora ao longo de 2011 também será impactado pela data de início das operações na capital paulista.

Fonte: Brasil Econômico - 27/1/2011
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