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Santos, SP/

16/01/2012

Descoberto o sexto corpo em navio que naufragou na costa italiana

 DA FRANCE PRESSE

As equipes de resgate descobriram na manhã desta segunda-feira o corpo de um homem dentro do Costa Concórdia. Ele é a sexta vítima que morreu em decorrência do naufrágio do transatlântico perto da ilha toscana de Giglio, nesta sexta-feira (13), anunciou a imprensa.

Bombeiros italianos que trabalham todas as noite à procura dos cerca de 15 desaparecidos, encontraram a bordo o corpo de um passageiro vestindo um colete salva-vidas, em uma área não-inundada.

Até então, os mortos haviam sido identificados como um tripulante peruano, dois turistas franceses, um italiano e um espanhol --os corpos dos dois últimos foram encontrados no domingo.

A empresa Costa Cruzeiros, proprietária do navio de cruzeiro Costa Concordia, admitiu neste domingo que o comandante Francesco Schettino "cometeu erros de julgamento" e "não observou os procedimentos" para situações de emergência.

"A justiça, com a qual a Costa Cruzeiros colabora, determinou a prisão do comandante, contra quem pesam graves acusações", destacou a companhia.

"Parece que o comandante cometeu erros de julgamento que tiveram graves consequências" e que "suas decisões na gestão da emergência ignoraram os procedimentos da Costa Cruzeiros, que seguem as normas internacionais", informou a empresa.

Schettino foi detido no sábado. Ele é acusado de homicídio culposo (quando não há intenção) múltiplo, de ter provocado um naufrágio e de ter abandonado o navio quando ainda havia várias pessoas a serem salvas.

O procurador da região de Grosseto, Francesco Verusio, que investiga o caso, alega que o capitão realizou uma manobra "malfeita" ao se aproximar excessivamente da ilha. Teria ainda falhado em lançar um alerta de socorro.

No comunicado, a "Costa Crociere" destaca que Schettino, que entrou na companhia em 2002, como responsável de segurança, foi promovido a comandante em 2006, após concluir com sucesso todos os cursos de formação.

A companhia afirma ainda que os membros da tripulação "realizam exercícios de evacuação a cada duas semanas" e que os "passageiros participam igualmente de um exercício" de abandono de navio logo após o embarque.

Fonte: Folha / Uol - 16/1/2012

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