{"id":71855,"date":"2016-03-10T00:00:00","date_gmt":"2016-03-10T03:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/127.0.0.1\/acs\/deficiencias-logisticas-cronicas\/"},"modified":"2016-03-10T00:00:00","modified_gmt":"2016-03-10T03:00:00","slug":"deficiencias-logisticas-cronicas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/deficiencias-logisticas-cronicas\/","title":{"rendered":"Defici\u00eancias log\u00edsticas cr\u00f4nicas"},"content":{"rendered":"<p>Coluna O Porto e Suas Quest\u00f5es<\/p>\n<p>Paulo Schiff (*)<\/p>\n<p>A equa\u00e7\u00e3o da mobilidade urbana na Baixada Santista tem grau de complexidade alto. Uma porque falta planejamento. Outra porque falta investimento.<u1:p><\/u1:p><\/p>\n<p>A regi\u00e3o metropolitana tem boa parte da geografia longitudinal. A distribui\u00e7\u00e3o das cidades segue o litoral. Em alguns casos isso se traduz em deslocamentos longos, de dezenas de quil\u00f4metros. Peru\u00edbe &#8211; Santos, por exemplo. Em outros casos, de cidades vizinhas, a liga\u00e7\u00e3o apresenta gargalos. Entre S\u00e3o Vicente e Santos, uma boa parte da divisa em morros. Entre Santos e Guaruj\u00e1, um canal de estu\u00e1rio que tem movimento m\u00e9dio de quase 25 mil ve\u00edculos por dia transportados em balsas anacr\u00f4nicas.<u1:p><\/u1:p><\/p>\n<p>A qualidade do transporte p\u00fablico est\u00e1 muito abaixo do que os passageiros exigem e merecem. E o custo da tarifa, muito acima.<u1:p><\/u1:p><\/p>\n<p>Em Santos, a frota tem \u00f4nibus com ar condicionado que o calor torna obrigat\u00f3rio e o wi fi sintonizado com o estilo de vida deste in\u00edcio de s\u00e9culo 21. Ainda \u00e9 insuficiente para convencer o morador da cidade a deixar o autom\u00f3vel e a moto em casa. Uma pol\u00edtica municipal tem sido a de proibir progressivamente o estacionamento nas vias p\u00fablicas para ganhar fluidez no tr\u00e2nsito. As poucas vagas que sobraram s\u00e3o disputadas&nbsp; a tapa at\u00e9 nas ruas perif\u00e9ricas.<u1:p><\/u1:p><\/p>\n<p>S\u00e3o Vicente abandonou os \u00f4nibus municipais em 97 e adotou as vans como transporte p\u00fablico alternativo. Deu certo. O centro comercial da cidade ganhou impulso frequentado pelos moradores dos bairros mais distantes.<u1:p><\/u1:p><\/p>\n<p>S\u00f3 que essa l\u00e2mina tem dois gumes. Nesta semana uma opera\u00e7\u00e3o da Pol\u00edcia Civil que investiga a lavagem de dinheiro pelo crime organizado nas vans prendeu um secret\u00e1rio municipal, um vereador e realizou buscas e apreens\u00f5es no gabinete e na casa do prefeito Lu\u00eds Cl\u00e1udio Bili. <u1:p><\/u1:p><\/p>\n<p>O governo estadual tem duas obras em execu\u00e7\u00e3o que devem melhorar um pouco a mobilidade urbana regional: a eleva\u00e7\u00e3o da Rodovia dos Imigrantes nos cruzamentos com o tr\u00e2nsito urbano de S\u00e3o Vicente e o Ve\u00edculo Leve sobre Trilhos, esp\u00e9cie de metr\u00f4 de superf\u00edcie entre a cidade e Santos. Mas n\u00e3o conseguiu cumprir a promessa do t\u00fanel entre Santos e Guaruj\u00e1.<u1:p><\/u1:p><\/p>\n<p>Praia Grande, com recursos municipais, vai cuidando da entrada da cidade e preparando o projeto do BRT (VLT sobre pneus) at\u00e9 Peru\u00edbe .. Santos n\u00e3o colocou nenhum tijolo na chegada da Via Anchieta, principal gargalo de liga\u00e7\u00e3o da cidade com o polo de Cubat\u00e3o e do Porto com o resto do pa\u00eds.<\/p>\n<p>(*) Paulo Schiff \u00e9 jornalista. Email:&nbsp;<a href=\"mailto:prschiff@uol.com.br\">prschiff@uol.com.br<\/a><\/p>\n<p><b><i> <\/i><\/b><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><u1:p><\/u1:p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Coluna O Porto e Suas Quest\u00f5es Paulo Schiff (*) A equa\u00e7\u00e3o da mobilidade urbana na Baixada Santista tem grau de complexidade alto. Uma porque falta planejamento. Outra porque falta investimento. A regi\u00e3o metropolitana tem boa parte da geografia longitudinal. A distribui\u00e7\u00e3o das cidades segue o litoral. Em alguns casos isso se traduz em deslocamentos longos, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[109],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/71855"}],"collection":[{"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=71855"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/71855\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=71855"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=71855"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=71855"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}