{"id":71662,"date":"2016-02-25T00:00:00","date_gmt":"2016-02-25T03:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/127.0.0.1\/acs\/debate-seguranca-no-porto-empresas-da-alemoa-deverao-investir-r-50-milhoes-em-seguranca-nos-proximos-18-meses\/"},"modified":"2016-02-25T00:00:00","modified_gmt":"2016-02-25T03:00:00","slug":"debate-seguranca-no-porto-empresas-da-alemoa-deverao-investir-r-50-milhoes-em-seguranca-nos-proximos-18-meses","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/debate-seguranca-no-porto-empresas-da-alemoa-deverao-investir-r-50-milhoes-em-seguranca-nos-proximos-18-meses\/","title":{"rendered":"Debate Seguran\u00e7a no Porto &#8211; Empresas da Alemoa dever\u00e3o investir R$ 50 milh\u00f5es em seguran\u00e7a nos pr\u00f3ximos 18 meses"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: left;\" align=\"center\"><i>Informa\u00e7\u00e3o foi divulgada pelo coordenador da C\u00e2mara Setorial de Terminais de Gran\u00e9is L\u00edquidos da ACS, Mike Sealy, durante o debate, promovido pela Associa\u00e7\u00e3o Comercial de Santos (ACS) e pelo grupo A Tribuna de Comunica\u00e7\u00e3o<\/i><\/p>\n<p>Onze empresas que fazem parte da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Terminais L\u00edquidos (ABTL) dever\u00e3o investir R$ 250 milh\u00f5es nos pr\u00f3ximos anos, sendo R$ 200 milh\u00f5es em amplia\u00e7\u00f5es e adequa\u00e7\u00f5es de instala\u00e7\u00f5es operacionais e R$ 50 milh\u00f5es em seguran\u00e7a, este \u00faltimo valor especificamente na \u00e1rea da Alemoa, em Santos. No local, funcionam atualmente tr\u00eas terminais: Stolthaven, UltraCargo e Vopak.<\/p>\n<p>A informa\u00e7\u00e3o foi divulgada pelo coordenador da C\u00e2mara Setorial de Terminais de Gran\u00e9is L\u00edquidos da Associa\u00e7\u00e3o Comercial de Santos (ACS), Mike Sealy, durante o evento \u201cDebate no Porto\u201d, promovido pela ACS e pelo grupo A Tribuna de Comunica\u00e7\u00e3o. O encontro foi realizado na \u00faltima segunda-feira (22) na nova sede da TV Tribuna, \u00e0 Rua Jo\u00e3o Pessoa, 350, no Centro de Santos.<\/p>\n<p>Mike, que tamb\u00e9m \u00e9 vice-presidente da ABTL e diretor da Stolthaven Santos, explicou que as empresas j\u00e1 est\u00e3o adequadas e licenciadas. Por\u00e9m, os investimentos buscam excel\u00eancia na \u00e1rea de seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>\u201cOs investimentos programados s\u00f3 para a Alemoa, onde ocorreu o inc\u00eandio em abril do ano passado, giram em torno de R$ 50 milh\u00f5es. N\u00f3s j\u00e1 temos armaz\u00e9ns capacitados. Para um fogo est\u00e1tico, por exemplo, estamos totalmente cobertos. Mas,&nbsp; se tivermos que enfrentar um evento din\u00e2mico, fica dif\u00edcil saber o que iremos precisar. N\u00e3o existe uma unidade que tenha toda capacidade necess\u00e1ria para um sinistro dessas propor\u00e7\u00f5es (como o da Alemoa), temos que lembrar que esse inc\u00eandio foi o maior do mundo em terminais mar\u00edtimos. Por isso, esses investimentos v\u00e3o buscar a excel\u00eancia\u201d.<\/p>\n<p>Ele ressaltou, inclusive, a import\u00e2ncia de os governos investirem tamb\u00e9m nos acessos ao Porto. \u201cQuem tem s\u00f3 um acesso, n\u00e3o tem nada. Um porto como o de Santos tem que ser encarado de outra forma. Espero que, com a discuss\u00e3o, as autoridades tenham entendido a necessidade de encontrar solu\u00e7\u00f5es. \u00c9 preciso ter vontade pol\u00edtica para que se invista onde tem que se investir\u201d.<\/p>\n<p>Mike foi um dos palestrantes convidados para o debate, que teve como principal objetivo buscar solu\u00e7\u00f5es para que n\u00e3o ocorram novamente acidentes de grandes propor\u00e7\u00f5es, como os inc\u00eandios da Copersucar (2014), Ultracargo (2015) e Local Frio (2016), todos em \u00e1reas portu\u00e1rias ou retroportu\u00e1rias.<\/p>\n<p>O evento foi aberto ap\u00f3s a inaugura\u00e7\u00e3o do audit\u00f3rio da TV Tribuna pelo presidente da ACS e diretor-presidente da TV Tribuna, Roberto Clemente Santini, que falou sobre a import\u00e2ncia da discuss\u00e3o n\u00e3o s\u00f3 para o Porto, mas para toda a Regi\u00e3o Metropolitana da Baixada Santista.<\/p>\n<p>\u201cNosso objetivo \u00e9 mobilizar para que o assunto seguran\u00e7a no Porto seja debatido e, no futuro, se chegue \u00e0 efici\u00eancia nesta \u00e1rea. Iniciar a discuss\u00e3o \u00e9 essencial e \u00e9 essa a fun\u00e7\u00e3o da ACS e da Tribuna, uma vez que grande parte das empresas portu\u00e1rias e retroportu\u00e1rias \u00e9 nossa associada\u201d.<\/p>\n<p>O vice-governador, Marcio Fran\u00e7a, participou da abertura. \u00c0 imprensa, ele garantiu que investimentos para obras de acessos \u00e0 Cidade de Santos est\u00e3o por vir.<\/p>\n<p>\u201cEst\u00e3o programados investimentos dos governos municipal, estadual e federal para obras de acesso \u00e0 Cidade de Santos e ao Porto. O recurso do Estado vir\u00e1 por meio da iniciativa privada, da Ecovias, que \u00e9 a concession\u00e1ria. O munic\u00edpio tamb\u00e9m j\u00e1 tem o recurso dispon\u00edvel e falta a Uni\u00e3o integralizar a parte dela. O or\u00e7amento da Uni\u00e3o est\u00e1 cortado esse ano, mas a presidente Dilma Roussef tem preservado algumas \u00e1reas, como a de log\u00edstica, porque se voc\u00ea deixa de ter essas obras, deixa de ter outras rendas e deixa de arrecadar. Penso tamb\u00e9m que o Porto e a Codesp (concession\u00e1ria que administra o Porto de Santos) podem entrar com um peda\u00e7o desse recurso\u201d.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m estiveram presentes o prefeito de Santos, Paulo Alexandre Barbosa, os deputados federais Jo\u00e3o Paulo Tavares Papa e Beto Mansur, e os diretores da ACS: Martin Aron, Gustavo Pierotti, Pedro Veras, Edison Monteiro, al\u00e9m do diretor-executivo, Marcio Calves.<\/p>\n<p><strong>Pain\u00e9is<\/strong><\/p>\n<p>O debate foi dividido em dois pain\u00e9is, que contaram com representantes da Capitania dos Portos do Estado de S\u00e3o Paulo, Corpo de Bombeiros, Cetesb, Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Qu\u00edmicos, Secretaria de Portos de Santos, Secretaria de Meio Ambiente de Guaruj\u00e1, Defesa Civil do Estado de S\u00e3o Paulo, Ibama, Codesp, al\u00e9m do representante da ACS, Mike Sealy.<\/p>\n<p>Durante sua participa\u00e7\u00e3o, o coordenador a Defesa Civil do Estado de S\u00e3o Paulo, o coronel Jos\u00e9 Roberto Rodrigues de Oliveira, sugeriu, como uma das solu\u00e7\u00f5es para melhorar o combate em acidentes de grandes propor\u00e7\u00f5es, a instala\u00e7\u00e3o do chamado Processo APELL (Alerta e Prepara\u00e7\u00e3o de Comunidades para Emerg\u00eancias Locais, em portugu\u00eas). Trata-se de um conjunto de diretrizes formuladas pelo Departamento da Ind\u00fastria e Meio Ambiente do Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Meio Ambiente (UNEP), em coopera\u00e7\u00e3o com a Associa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias Qu\u00edmicas dos Estados Unidos e o Conselho Europeu das Federa\u00e7\u00f5es da Ind\u00fastria Qu\u00edmica. \u201cDefendo a cria\u00e7\u00e3o do APELL, de se criar uma c\u00e2mara que possa efetivamente demandar recursos materiais para combater esses sinistros e pessoas certas para fazer o combate\u201d.<\/p>\n<p>A superintendente substituta do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov\u00e1veis (Ibama) no Estado de S\u00e3o Paulo,&nbsp; Cinthia Massumoto, ratificou a import\u00e2ncia da instala\u00e7\u00e3o do APELL, mas ressaltou que \u00e9 necess\u00e1rio um sistema de inform\u00e1tica para disponibilizar as informa\u00e7\u00f5es existentes a todos os \u00f3rg\u00e3os. \u201cCada \u00f3rg\u00e3o trabalha fazendo seus pr\u00f3prios licenciamentos e n\u00e3o conseguimos ter uma vis\u00e3o total dos riscos. N\u00e3o temos um sistema em conjunto com a Cetesb, para olhar a regi\u00e3o como um todo. Trabalhamos em cima do empreendimento e s\u00f3 conseguimos ter uma vis\u00e3o total dentro do porto organizado. Precisar\u00edamos de um sistema de inform\u00e1tica que agregasse todas as informa\u00e7\u00f5es. \u00c9 uma solu\u00e7\u00e3o de TI (Tecnologia da Informa\u00e7\u00e3o) simples, mas n\u00e3o h\u00e1 um gestor\u201d.<\/p>\n<p>J\u00e1 a superintendente de Meio Ambiente da Codesp, Marcia Jovino, acredita que apesar de existirem treinamentos e planos de combate, em determinados per\u00edodos h\u00e1 falhas por falta de pessoal. \u201cTodos os terminais e operadores t\u00eam planos de emerg\u00eancia. Temos treinamentos constantes para debater como atuar durante esses sinistros. Acompanhei as tr\u00eas ocorr\u00eancias (Copersucar, Ultracargo e Localfrio) e observei que todas ocorreram ou \u00e0 noite ou em finais de semana, v\u00e9speras ou feriados. Dessa forma, acredito que n\u00e3o se pode baixar a guarda, porque os acidentes ocorreram justamente quando havia quantidade menor de homens atuando\u201d.<\/p>\n<p align=\"center\" style=\"text-align: left;\">\n<p><b> <\/b><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-71654\" src=\"http:\/\/127.0.0.1\/acs\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/DEBATE_0024.JPG\" width=\"570\" height=\"428\" srcset=\"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/DEBATE_0024.JPG 570w, https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/DEBATE_0024-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 570px) 100vw, 570px\" \/><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-71655\" src=\"http:\/\/127.0.0.1\/acs\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/DEBATE_0031.JPG\" width=\"570\" height=\"428\" srcset=\"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/DEBATE_0031.JPG 570w, 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