{"id":70076,"date":"2015-10-16T11:24:50","date_gmt":"2015-10-16T14:24:50","guid":{"rendered":"http:\/\/127.0.0.1\/acs\/relatorio-das-visitas-aos-portos-norte-americanos-do-santos-export-2015\/"},"modified":"2015-10-16T11:24:50","modified_gmt":"2015-10-16T14:24:50","slug":"relatorio-das-visitas-aos-portos-norte-americanos-do-santos-export-2015","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/relatorio-das-visitas-aos-portos-norte-americanos-do-santos-export-2015\/","title":{"rendered":"Relat\u00f3rio das visitas aos portos norte-americanos do Santos Export 2015"},"content":{"rendered":"<p>Na segunda-feira dia 28\/10\/15, a comitiva do Santos Export iniciou sua visita ao Porto de Los Angeles, sendo recebida na sede da Autoridade Portu\u00e1ria, pelo diretor de Desenvolvimento Comercial, Jim MacLellan, pela presidente do Conselho de Administra\u00e7\u00e3o da Autoridade Portu\u00e1ria, a embaixadora Vilma Martinez, e pelo especialista em com\u00e9rcio internacional do prefeito de LA, Eric Garcetti, Felipe Cuznir.<\/p>\n<p>Na sequ\u00eancia, houve a apresenta\u00e7\u00e3o do presidente da Codesp, Angelino Caputo, sobre o desenvolvimento do Porto de Santos. A exposi\u00e7\u00e3o foi seguida por palestras do vice-diretor executivo de desenvolvimento do Porto, Tony Gioiello, que tratou dos projetos de infraestrutura do complexo mar\u00edtimo, e do chefe-executivo de sustentabilidade do complexo, Chris Cannon, que destacou a necessidade de os portos se preocuparem com as atuais mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e seu papel nesse processo, buscando reduzir os impactos de suas opera\u00e7\u00f5es no meio ambiente. Tais a\u00e7\u00f5es n\u00e3o resultam apenas na melhora da qualidade de vida da comunidade ao seu redor. Elas acabam sendo um \u201cbom neg\u00f3cio\u201d para os complexos mar\u00edtimos, argumentou.<\/p>\n<p>\u201cAs mudan\u00e7as clim\u00e1ticas geram a maior crise que os portos enfrentam no mundo hoje e temos de encarar esse desafio. N\u00e3o h\u00e1 mais tempo para adiarmos ou jogarmos essa responsabilidade para as pr\u00f3ximas gera\u00e7\u00f5es. A\u00e7\u00f5es t\u00eam de ser feitas agora. Isso \u00e9 importante para a comunidade, para o mundo e tamb\u00e9m \u00e9 bom para os neg\u00f3cios. Ser green (verde, em ingl\u00eas) \u00e9 muito bom\u201d, afirmou Cannon.<\/p>\n<p>Em sua palestra, o executivo destacou a import\u00e2ncia dos portos reduzirem o impacto de suas atividades no meio ambiente. Em Los Angeles, devido \u00e0 geografia da \u00e1rea, os poluentes e material particulado, emitidos por navios, caminh\u00f5es, rebocadores e guindastes n\u00e3o se dispersam com facilidade, ficando concentrados na atmosfera sobre a regi\u00e3o metropolitana. Nos anos 90 e no in\u00edcio do s\u00e9culo, isso levou a um aumento de problemas de sa\u00fade para a popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cT\u00ednhamos um problema social e ambiental. O maior dano \u00e0 camada de oz\u00f4nio nos Estados Unidos est\u00e1 sobre Los Angeles. Algo precisava ser feito e o fizemos\u201d, disse Chris Cannon.<\/p>\n<p>A sa\u00edda foi a cria\u00e7\u00e3o do Clean Air Action Plan (CAAP ou, em uma tradu\u00e7\u00e3o livre do ingl\u00eas, Plano de A\u00e7\u00e3o do Ar Limpo). O programa, lan\u00e7ado em 2006 e atualizado em 2010, buscou reduzir a depend\u00eancia do porto dos combust\u00edveis f\u00f3sseis. Para isso, incentivou a moderniza\u00e7\u00e3o da frota de caminh\u00f5es, o uso de energias alternativas e o desenvolvimento de novas tecnologias, entre outras estrat\u00e9gias.<\/p>\n<p>As linhas de a\u00e7\u00e3o adotadas pela Autoridade Portu\u00e1ria foram discutidas com terminais e prestadores de servi\u00e7o locais e incentivos foram criados para impulsionar a ado\u00e7\u00e3o dessas medidas. Para o caso da renova\u00e7\u00e3o da frota de caminh\u00f5es, por exemplo, foram criadas linhas de financiamento para a substitui\u00e7\u00e3o dos ve\u00edculos por modelos com menor emiss\u00e3o de poluentes. E uma taxa passou a ser cobrada sobre o transporte de cargas feito com caminh\u00f5es antigos. \u201cComo as empresas n\u00e3o queriam pagar essa taxa, passaram a mudar sua frota\u201d, explicou o executivo.<\/p>\n<p>Outra medida foi o programa de isen\u00e7\u00e3o tarif\u00e1ria para os navios. A Autoridade Portu\u00e1ria reduziu o valor das tarifas portu\u00e1rias para os que emitissem uma menor quantidade de poluentes. Tal a\u00e7\u00e3o foi acompanhada por normas, que obrigam a redu\u00e7\u00e3o da velocidade das embarca\u00e7\u00f5es quando elas se aproximam da regi\u00e3o portu\u00e1ria (a ideia \u00e9 que, menos velozes, elas consumam menos combust\u00edvel e, portanto, emitam menos polui\u00e7\u00e3o). E ainda foi ampliada a oferta de instala\u00e7\u00f5es el\u00e9tricas no cais, de modo que os cargueiros possam desligar seus motores (operados a diesel), enquanto estiverem atracados, consumindo a eletricidade oferecida pelo porto.<\/p>\n<p>A estrat\u00e9gia tamb\u00e9m envolveu investimentos em infraestrutura. A via expressa ferrovi\u00e1ria que liga a malha f\u00e9rrea da zona portu\u00e1ria de Los Angeles e Long Beach (o complexo vizinho) \u00e0 rede nacional, denominada Alameda Corridor, agiliza a chegada e a retirada de cargas do cais, o que acabou facilitando as opera\u00e7\u00f5es e, consequentemente, diminuindo a emiss\u00e3o de poluentes. \u201cAntigamente, quando o trem passava, os carros eram obrigados a parar. Mas, seus motores ficavam ligados, emitindo poluentes. Com a via expressa, o trem segue seu caminho e os carros e caminh\u00f5es tamb\u00e9m, n\u00e3o ficam parados. A opera\u00e7\u00e3o ficou melhor e reduzimos a polui\u00e7\u00e3o\u201d, explicou Cannon.<\/p>\n<p>O impacto do Alameda Corridor \u00e9 apenas uma das provas de que, como afirma o executivo-chefe de sustentabilidade, \u201cser green \u00e9 bom para os neg\u00f3cios\u201d. \u201cCom as inova\u00e7\u00f5es adotadas, conseguimos melhorar nossa efici\u00eancia, melhoramos nosso planejamento energ\u00e9tico, reduzimos nossa depend\u00eancia dos combust\u00edveis f\u00f3sseis e, ainda, diminu\u00edmos nossa polui\u00e7\u00e3o\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Segundo os dados apresentados por Cannon, o Clean Air Action Plan atingiu as metas propostas. Entre 2005 e 2013, a emiss\u00e3o de material particulado na regi\u00e3o de Los Angeles caiu cerca de 80%, a de nitratos, 57%, e a de compostos de enxofre, 90%.&nbsp; No mesmo per\u00edodo, o movimento de cont\u00eaineres \u2013 o principal tipo de opera\u00e7\u00e3o do complexo mar\u00edtimo \u2013 cresceu 5%.<\/p>\n<p>\u201cNossos parceiros entenderam a import\u00e2ncia dessas a\u00e7\u00f5es. Temos uma responsabilidade com nossa comunidade. E, hoje, o mercado exige que as empresas adotem solu\u00e7\u00f5es sustent\u00e1veis. Essa \u00e9 a nova realidade do mercado e estamos prontos para ela. Os demais portos do mundo devem fazer o mesmo e agora\u201d, disse Chis Cannon.<\/p>\n<p>Depois, a comitiva do Santos Export acompanhou apresenta\u00e7\u00f5es do diretor de Desenvolvimento Comercial, Jim MacLellan, e de representantes da Associa\u00e7\u00e3o Comercial e Industrial do Porto. \u00c0 tarde, o grupo visitou a regi\u00e3o portu\u00e1ria e conheceu o Intermodal Container Transfer Facility (Instala\u00e7\u00e3o Intermodal de Transfer\u00eancia de Cont\u00eaineres, na tradu\u00e7\u00e3o do ingl\u00eas), unidade que facilita o transporte de cargas entre a regi\u00e3o do cais e a retroportu\u00e1ria.<\/p>\n<p>Curiosidade: atualmente, o porto de Los Angeles \u00e9 o principal dos Estados Unidos, se destacando principalmente na movimenta\u00e7\u00e3o de cont\u00eaineres. No ano passado, passaram por seus terminais 8,34 milh\u00f5es de TEU (unidade equivalente a um cont\u00eainer de 20 p\u00e9s). Na compara\u00e7\u00e3o com outros complexos mar\u00edtimos do mundo, \u00e9 o 19\u00ba nesse tipo de opera\u00e7\u00e3o, segundo levantamento da publica\u00e7\u00e3o especializada norte-americana Journal of Commerce (JOC), Em 2014, Santos somou 3,68 milh\u00f5es de TEU, ficando em 38\u00ba lugar.<\/p>\n<p>Esta \u00e9 a segunda vez que o Santos Export \u2013 F\u00f3rum Internacional para a Expans\u00e3o do Porto de Santos &#8211; organiza uma visita t\u00e9cnica aos portos de Los Angeles e Long Beach. A primeira foi em agosto de 2006. O retorno aos dois principais complexos mar\u00edtimos dos Estados Unidos permitir\u00e1 aos participantes conhecer como essas zonas portu\u00e1rias se desenvolveram nos \u00faltimos noves anos e, ainda, as solu\u00e7\u00f5es adotadas para garantir o crescimento de suas opera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Long Beach<\/p>\n<p>Na ter\u00e7a-feira dia 29\/10\/15, a comitiva do Santos Export iniciou sua visita ao Porto de Long Beach. O primeiro compromisso foi no Terminal de Cont\u00eaineres de Long Beach (LBCT, na sigla em ingl\u00eas). A instala\u00e7\u00e3o, semi-automatizada, ser\u00e1 inaugurada no pr\u00f3ximo ano. Na sequ\u00eancia, foram visitadas as demais \u00e1reas do complexo portu\u00e1rio norte-americano.<\/p>\n<p>Em seguida, o grupo seguiu para a sede da Autoridade Portu\u00e1ria de Long Beach, onde foi recebido pelo executivo-s\u00eanior da Cadeia de Suprimentos do Porto de Long Beach, Michael Christensen, que apresentou os projetos de infraestrutura do complexo mar\u00edtimo. O dirigente destacou principalmente como est\u00e3o os preparativos para a opera\u00e7\u00e3o dos ultra large container ships, que v\u00e3o chegar nos pr\u00f3ximos anos. Para isso, foram adotados novos procedimentos log\u00edsticos, teve in\u00edcio uma s\u00e9rie de obras na regi\u00e3o do cais e buscou-se adotar novas tecnologias.<\/p>\n<p>\u201cEsses navios descarregam cont\u00eaineres muito r\u00e1pido, em uma velocidade maior do que a prevista para os terminais portu\u00e1rios quando foram projetados. Ent\u00e3o, percebemos que teremos muita carga que ter\u00e1 de sair r\u00e1pido do porto e temos de fazer isso sem impactos na regi\u00e3o. Tivemos de repensar nossa log\u00edstica\u201d, afirmou o executivo-s\u00eanior.<\/p>\n<p>Na sequ\u00eancia, houve apresenta\u00e7\u00f5es sobre os programas de meio ambiente do complexo e a opera\u00e7\u00e3o da Alameda Corridor, uma via ferrovi\u00e1ria subterr\u00e2nea de mais de 30 quil\u00f4metros de extens\u00e3o, que atravessa a \u00e1rea urbana de Los Angeles, ligando a zona portu\u00e1ria aos p\u00e1tios ferrovi\u00e1rios. Ela entrou em opera\u00e7\u00e3o no in\u00edcio do s\u00e9culo e, hoje, movimenta 42 composi\u00e7\u00f5es ferrovi\u00e1rias (cada uma com uma extens\u00e3o, variando de tr\u00eas a quatro quil\u00f4metros) por dia.<\/p>\n<p>Al\u00e9m das reuni\u00f5es na sede da autoridade portu\u00e1ria e da visita ao novo Long Beach Container Terminal, o grupo do Santos Export ainda foi recebido por t\u00e9cnicos da consultoria Aecom, em seus escrit\u00f3rios na cidade. A empresa, uma das principais nesse mercado, se destaca por seus projetos de infraestrutura, tanto quanto para a iniciativa privada (ela participou da constru\u00e7\u00e3o do LBTC).<\/p>\n<p>Oakland<\/p>\n<p>E para finalizar, quinta-feira (01\/10\/15), a comitiva do Santos Export realizou sua visita ao Porto de Oakland, nos Estados Unidos. Na reuni\u00e3o com representantes da autoridade portu\u00e1ria, tomou conhecimento de que, para atrair mais cargas e neg\u00f3cios no disputado mercado da costa oeste dos Estados Unidos, o complexo mar\u00edtimo aposta na oferta de novos servi\u00e7os log\u00edsticos, de modo a facilitar o transporte de suas mercadorias, diversificar opera\u00e7\u00f5es e, principalmente, reduzir custos de seus clientes.<\/p>\n<p>No total, cerca de US$ 1 bilh\u00e3o em recursos p\u00fablicos ser\u00e1 investido nessas medidas. Entre as a\u00e7\u00f5es previstas, a principal \u00e9 a constru\u00e7\u00e3o, em sua retro\u00e1rea, de um centro de distribui\u00e7\u00e3o de mercadorias, um diferencial diante dos concorrentes, especialmente Los Angeles e Long Beach.<\/p>\n<p>Essa estrat\u00e9gia foi apresentada em reuni\u00e3o na sede da autoridade portu\u00e1ria norte-americana. Oakland \u00e9 o terceiro e \u00faltimo complexo mar\u00edtimo que o grupo conheceu. Essas visitas t\u00e9cnicas a portos da costa oeste dos Estados Unidos concluem a programa\u00e7\u00e3o deste ano do Santos Export 2015 \u2013 F\u00f3rum Internacional para a Expans\u00e3o do Porto de Santos. A parte inicial do semin\u00e1rio, com os debates sobre os desafios para o crescimento do cais santista, aconteceu em agosto, em Santos.<\/p>\n<p>Atualmente, o principal projeto de Oakland, o novo centro de distribui\u00e7\u00e3o do porto, est\u00e1 sendo implantado em uma \u00e1rea de quase 700 mil metros quadrados. Com previs\u00e3o de ser inaugurado no in\u00edcio do pr\u00f3ximo ano, o Oakland Global Logistics Center, sua denomina\u00e7\u00e3o oficial, vai facilitar e baratear o transporte de cargas, especialmente o ferrovi\u00e1rio. Al\u00e9m de armaz\u00e9ns, o empreendimento contar\u00e1 com novas linhas f\u00e9rreas. E por estar localizado na zona portu\u00e1ria (afastado do cais, mas ainda na regi\u00e3o dos terminais), acaba reduzindo os custos dos usu\u00e1rios.<\/p>\n<p>\u201cEm outros portos, os clientes t\u00eam de transportar seus cont\u00eaineres at\u00e9 instala\u00e7\u00f5es distantes para embarcar nos trens. N\u00f3s trouxemos essa opera\u00e7\u00e3o para dentro do porto. Ser\u00e1 o nosso diferencial, especialmente diante de nossos vizinhos do Sul da Calif\u00f3rnia (Los Angeles e Long Beach). Calculamos que, com esse centro log\u00edstico, haver\u00e1 uma economia de US$ 300 a US$ 325 por cont\u00eainer movimentado\u201d, explicou a gerente de Desenvolvimento de Neg\u00f3cios e Marketing Internacional do porto, Beth Frisher, que apresentou os planos de expans\u00e3o do complexo para o grupo do Santos Export.<\/p>\n<p>Segundo Beth, o planejamento do centro log\u00edstico surgiu em 2006, quando o Ex\u00e9rcito dos Estados Unidos desativou a base militar que ficava na \u00e1rea portu\u00e1ria onde est\u00e1 sendo implantado o empreendimento. \u201cJ\u00e1 est\u00e1vamos planejando como ampliar nossas opera\u00e7\u00f5es e surgiu essa oportunidade, que n\u00e3o pudemos dispensar. \u00c9 a nossa chance de melhorar as opera\u00e7\u00f5es e reduzir custos log\u00edsticos\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>No terreno vizinho ao complexo de armaz\u00e9ns, a autoridade portu\u00e1ria est\u00e1 construindo um terminal intermodal, com cinco linhas f\u00e9rreas principais e oito ramais secund\u00e1rios. A nova infraestrutura permitir\u00e1 a movimenta\u00e7\u00e3o de oito composi\u00e7\u00f5es ferrovi\u00e1rias por dia, facilitando esse tipo de transporte na \u00e1rea portu\u00e1ria.<\/p>\n<p>A estrat\u00e9gia de Oakland ainda prev\u00ea a instala\u00e7\u00e3o de novos armaz\u00e9ns para cargas frigorificadas e terminais de gran\u00e9is s\u00f3lidos, para a opera\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os, in\u00e9dita na regi\u00e3o. \u201cAl\u00e9m de melhorar a infraestrutura log\u00edstica, buscamos diversificar nossos neg\u00f3cios. \u00c9 como atuamos no mercado\u201d, disse Beth Frisher.<\/p>\n<p>Na visita \u00e0 sede da autoridade portu\u00e1ria, o grupo do Santos Export tamb\u00e9m conheceu os&nbsp; programas ambientais do complexo, em especial os voltados \u00e0 melhoria da qualidade do ar e da \u00e1gua, apresentados pelo diretor de Programas e Planejamento Ambiental, Richard Sinkoff. Em seguida, houve reuni\u00f5es com representantes de escrit\u00f3rios de engenharia com experi\u00eancia no setor portu\u00e1rio, como Aecom e Moffat &amp; Nichol, e empresas de tecnologia, caso da Navis, criadora do programa de gest\u00e3o de p\u00e1tio de cont\u00eaineres mais utilizado no Porto de Santos.<\/p>\n<p>Na parte da tarde, a comitiva santista visitou instala\u00e7\u00f5es portu\u00e1rias.<\/p>\n<p>Terceiro porto da Calif\u00f3rnia e quinto dos Estados Unidos, Oakland se destacada pela opera\u00e7\u00e3o de cont\u00eaineres. No ano passado, operou 2,39 milh\u00f5es de TEU (unidade equivalente a um cont\u00eainer de 20 p\u00e9s), apesar de ter uma capacidade instalada para escoar 4 milh\u00f5es de TEU. Em 2014, passaram por Santos 3,68 milh\u00f5es de TEU.<\/p>\n<p>Administrado pela cidade e localizado no norte da Calif\u00f3rnia, na Ba\u00eda de S\u00e3o Francisco, nas proximidades da Ponte Bay (um dos marcos locais, ao lado da Ponte Golden Gate), o complexo norte-americano tem canais de acesso e ber\u00e7os com 15 metros de profundidade. Pelas regras locais, essa medida \u00e9 suficiente para receber navios de 13 mil e at\u00e9 14 mil TEU (que podem sair totalmente carregados).<\/p>\n<p>Oakland foi o terceiro porto norte-americano visitado pelo grupo do Santos Export nesta viagem, finalizando assim as visitas programadas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na segunda-feira dia 28\/10\/15, a comitiva do Santos Export iniciou sua visita ao Porto de Los Angeles, sendo recebida na sede da Autoridade Portu\u00e1ria, pelo diretor de Desenvolvimento Comercial, Jim MacLellan, pela presidente do Conselho de Administra\u00e7\u00e3o da Autoridade Portu\u00e1ria, a embaixadora Vilma Martinez, e pelo especialista em com\u00e9rcio internacional do prefeito de LA, Eric [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[84],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/70076"}],"collection":[{"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=70076"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/70076\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=70076"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=70076"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=70076"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}