{"id":69791,"date":"2015-10-01T00:00:00","date_gmt":"2015-10-01T03:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/127.0.0.1\/acs\/projeto-metropole-belmont\/"},"modified":"2015-10-01T00:00:00","modified_gmt":"2015-10-01T03:00:00","slug":"projeto-metropole-belmont","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/projeto-metropole-belmont\/","title":{"rendered":"Pesquisa internacional divulgada na ACS &#8211; At\u00e9 2050, n\u00edvel do mar poder\u00e1 subir em at\u00e9 23 cm e preju\u00edzos econ\u00f4micos podem chegar a mais de R$ 354 milh\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p><i>\u00c1reas mais atingidas seriam a Ponta da Praia e a Zona Noroeste<\/i><\/p>\n<\/p>\n<p>Um grupo de cientistas se reuniu nesta quarta-feira (30), na Associa\u00e7\u00e3o Comercial de Santos (ACS), para divulgar os resultados da mais detalhada pesquisa internacional sobre eleva\u00e7\u00e3o do n\u00edvel do mar, o Projeto Metr\u00f3pole. O estudo mostrou que at\u00e9 2050 o n\u00edvel do mar em Santos pode subir at\u00e9 23 cm.&nbsp; Com esse aumento, em um dia de ressaca e com fortes chuvas, os preju\u00edzos econ\u00f4micos para a cidade poderiam chegar a mais de R$ 354 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>O evento foi aberto pelo diretor-executivo da ACS, Marcio Calves, e pela secret\u00e1ria de Meio Ambiente de Santos, Debora Blanco Bastos Dias, que ressaltou a import\u00e2ncia de Santos ser a primeira cidade do Brasil onde \u00e9 realizada essa pesquisa.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-69779\" src=\"http:\/\/127.0.0.1\/acs\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/METROPOLE-03.jpg\" width=\"570\" height=\"430\" srcset=\"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/METROPOLE-03.jpg 570w, https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/METROPOLE-03-300x226.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 570px) 100vw, 570px\" \/>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s temos todas as caracter\u00edsticas f\u00edsicas e geol\u00f3gicas referentes a essa preocupa\u00e7\u00e3o com a eleva\u00e7\u00e3o do n\u00edvel do mar e os impactos que essas mudan\u00e7as podem causar. Al\u00e9m disso, a cidade tem hoje um banco de informa\u00e7\u00f5es organizado, em um sistema em que a gente consegue rapidamente cruzar dados. O munic\u00edpio ganha muito nessa parceria com o projeto\u201d.<\/p>\n<p>Cerca de 50 representantes da sociedade civil participaram das discuss\u00f5es. Os pesquisadores apresentaram como foi feito o mapeamento, com alto grau de precis\u00e3o, em \u00e1reas na cidade que estar\u00e3o mais sujeitas \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas at\u00e9 2100. Al\u00e9m de Santos, outras duas cidades fazem parte do estudo: Broward (EUA) e Selsey (Inglaterra).<\/p>\n<p>O primeiro palestrante foi o representante do Brasil no painel da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU) sobre mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e coordenador do projeto, Jos\u00e9 Marengo.&nbsp; Ele explicou que mudan\u00e7as clim\u00e1ticas pioram o problema, mas que outros fatores tamb\u00e9m s\u00e3o respons\u00e1veis pela eleva\u00e7\u00e3o do n\u00edvel do mar. \u201cTem rela\u00e7\u00e3o com aumento da temperatura e derretimento das geleiras. Mas ressacas e mar\u00e9s, que est\u00e3o presentes com ou sem a mudan\u00e7a clim\u00e1tica, tamb\u00e9m s\u00e3o respons\u00e1veis\u201d.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-69780\" src=\"http:\/\/127.0.0.1\/acs\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/METROPOLE-33.jpg\" width=\"570\" height=\"661\" srcset=\"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/METROPOLE-33.jpg 570w, https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/METROPOLE-33-259x300.jpg 259w\" sizes=\"(max-width: 570px) 100vw, 570px\" \/><\/p>\n<p>O professor do Instituto Oceanogr\u00e1fico da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) Josep Harari disse que as proje\u00e7\u00f5es feitas apontaram que at\u00e9 2025 o n\u00edvel do mar pode subir em at\u00e9 18 cm. E, at\u00e9 2050, pode aumentar 23 cm.<\/p>\n<p>\u201cPor\u00e9m, em dias de tempestades e ressacas, somando-se a mar\u00e9 ao aumento do n\u00edvel do mar, podemos chegar a 1,80 em 2050. Hoje, durante esses eventos extremos, j\u00e1 chega a 1,60\u201d.<\/p>\n<p>Segundo ele, n\u00e3o h\u00e1 motivo para p\u00e2nico, mas \u00e9 preciso que o governo comece a agir para evitar danos no futuro. \u201cN\u00e3o h\u00e1 nenhuma cat\u00e1strofe iminente. Temos entre 10 e 20 anos para buscar alternativas e resolver esses problemas com muita efici\u00eancia. V\u00e1rios pa\u00edses no mundo sofrem com a mesma quest\u00e3o e trabalham com a constru\u00e7\u00e3o de diques e engordas de praia. Santos tem bons recursos, conhecimentos ecol\u00f3gicos, e n\u00e3o h\u00e1 motivo para alarmismo\u201d.<\/p>\n<p>Celia Regina de Gouveia Souza, do Instituto de Geologia da USP, apontou quais s\u00e3o as solu\u00e7\u00f5es que podem ser utilizadas para solucionar a situa\u00e7\u00e3o e evitar danos \u00e0 cidade. \u201cPode ser feito o engordamento artificial da praia. Miami, nos Estados Unidos, foi completamente recuperada, com a praia recomposta assim como a morfologia dela. H\u00e1 tamb\u00e9m medidas construtivas, como obras de barramento, por exemplo, para impedir que a \u00e1gua avance. Mas nesses casos h\u00e1 um impacto que \u00e9 justamente a n\u00e3o prote\u00e7\u00e3o da praia, que \u00e9 uma barreira natural contra a invas\u00e3o das ondas, das mar\u00e9s e da eleva\u00e7\u00e3o do n\u00edvel do mar. O levantamento \u00e9 importante, porque reflete a realidade para que se busquem alternativas\u201d.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-69781\" src=\"http:\/\/127.0.0.1\/acs\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/METROPOLE-53.jpg\" width=\"570\" height=\"498\" srcset=\"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/METROPOLE-53.jpg 570w, https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/METROPOLE-53-300x262.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 570px) 100vw, 570px\" \/><\/p>\n<p><b> <\/b><\/p>\n<p><b>Preju\u00edzos econ\u00f4micos<\/b><\/p>\n<p>Se levarmos em considera\u00e7\u00e3o esse aumento de 23 cm at\u00e9 2050, em um dia com forte ressaca os preju\u00edzos \u00e0 cidade podem chegar a at\u00e9 R$ 354 milh\u00f5es de reais, segundo informa\u00e7\u00f5es do engenheiro da Secretaria de Meio Ambiente de Santos, Ernesto Tabuchi. Isso porque se nenhuma medida de adapta\u00e7\u00e3o for tomada nessas \u00e1reas mais atingidas, eventos clim\u00e1ticos extremos podem levar a danos urbanos. \u201cEssas proje\u00e7\u00f5es foram feitas com base no valor venal atual dos im\u00f3veis particulares que poderiam ser atingidos\u201d.<\/p>\n<p>O secretario de Desenvolvimento Urbano de Santos, Nelson Gon\u00e7alves de Lima J\u00fanior, disse que a quest\u00e3o est\u00e1 sendo discutida e que, em dezembro, no pr\u00f3ximo encontro com os pesquisadores, um novo passo dever\u00e1 ser dado em rela\u00e7\u00e3o a essa quest\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cA Codesp tamb\u00e9m est\u00e1 tratando a situa\u00e7\u00e3o do canal do Porto e da dragagem. Vamos dialogar para nos planejarmos. Mensurar valores \u00e9 um passo posterior. Primeiros, temos que entender e escolher a boa t\u00e9cnica para resolver o problema\u201d.<\/p>\n<p><b> <\/b><\/p>\n<p><b>Sobre o Projeto Metropole<\/b><\/p>\n<p>O Projeto Metr\u00f3pole busca alternativas para enfrentar a eleva\u00e7\u00e3o da mar\u00e9. No Brasil, o estudo \u00e9 financiado pela Fapesp (Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado de S\u00e3o Paulo) e surgiu a partir de uma chamada sobre vulnerabilidade costeira do F\u00f3rum Belmont, em 2012, cujo objetivo \u00e9 articular esfor\u00e7os e direcionar a pesquisa ambiental para \u00e1reas que requerem avalia\u00e7\u00f5es mais aprofundadas. A iniciativa tem o apoio da Prefeitura de Santos.<\/p>\n<p>Partindo de cen\u00e1rios de aumento do n\u00edvel do mar no futuro, devido \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, o estudo mostra os impactos por meio de ferramentas de visualiza\u00e7\u00e3o apresentadas a pessoas da comunidade, convidadas para opinar sobre quais medidas adaptativas deveriam ser tomadas diante das proje\u00e7\u00f5es, apresentadas para 50 e 100 anos.<\/p>\n<p>Ou seja, o objetivo \u00e9 responder a potenciais riscos ambientais, econ\u00f4micos e de sa\u00fade locais, devido \u00e0 larga mudan\u00e7a de escala.<\/p>\n<p>Para cada cidade participante, s\u00e3o apresentados cen\u00e1rios utilizando ferramentas de visualiza\u00e7\u00e3o desenvolvidas pelas equipes t\u00e9cnicas do Brasil e dos Estados Unidos. Os dados incluem mudan\u00e7as no n\u00edvel do mar, temperatura, frequ\u00eancia de tempestades e ressacas e outras vari\u00e1veis com proje\u00e7\u00f5es de alta resolu\u00e7\u00e3o para cen\u00e1rios em 2050 e 2100.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-69782\" src=\"http:\/\/127.0.0.1\/acs\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/METROPOLE-17.jpg\" width=\"570\" height=\"411\" srcset=\"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/METROPOLE-17.jpg 570w, https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/METROPOLE-17-300x216.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 570px) 100vw, 570px\" \/><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-69783\" src=\"http:\/\/127.0.0.1\/acs\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/METROPOLE-23.jpg\" width=\"570\" height=\"404\" srcset=\"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/METROPOLE-23.jpg 570w, https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/METROPOLE-23-300x213.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 570px) 100vw, 570px\" \/><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-69784\" src=\"http:\/\/127.0.0.1\/acs\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/METROPOLE-50.jpg\" width=\"570\" height=\"549\" srcset=\"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/METROPOLE-50.jpg 570w, https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/METROPOLE-50-300x289.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 570px) 100vw, 570px\" \/><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-69785\" src=\"http:\/\/127.0.0.1\/acs\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/METROPOLE-57.jpg\" width=\"570\" height=\"380\" srcset=\"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/METROPOLE-57.jpg 570w, https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/METROPOLE-57-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 570px) 100vw, 570px\" \/><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-69786\" src=\"http:\/\/127.0.0.1\/acs\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/METROPOLE-60.jpg\" width=\"570\" height=\"449\" srcset=\"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/METROPOLE-60.jpg 570w, https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/METROPOLE-60-300x236.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 570px) 100vw, 570px\" \/><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-69787\" src=\"http:\/\/127.0.0.1\/acs\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/METROPOLE-63.jpg\" width=\"570\" height=\"392\" srcset=\"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/METROPOLE-63.jpg 570w, https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/METROPOLE-63-300x206.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 570px) 100vw, 570px\" \/><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-69788\" src=\"http:\/\/127.0.0.1\/acs\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/METROPOLE-65.jpg\" width=\"570\" height=\"416\" srcset=\"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/METROPOLE-65.jpg 570w, https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/METROPOLE-65-300x219.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 570px) 100vw, 570px\" \/><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-69789\" src=\"http:\/\/127.0.0.1\/acs\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/METROPOLE-70.jpg\" width=\"570\" height=\"428\" srcset=\"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/METROPOLE-70.jpg 570w, https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/METROPOLE-70-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 570px) 100vw, 570px\" \/><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-69790\" src=\"http:\/\/127.0.0.1\/acs\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/METROPOLE-79.jpg\" width=\"570\" height=\"428\" srcset=\"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/METROPOLE-79.jpg 570w, https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/METROPOLE-79-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 570px) 100vw, 570px\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c1reas mais atingidas seriam a Ponta da Praia e a Zona Noroeste Um grupo de cientistas se reuniu nesta quarta-feira (30), na Associa\u00e7\u00e3o Comercial de Santos (ACS), para divulgar os resultados da mais detalhada pesquisa internacional sobre eleva\u00e7\u00e3o do n\u00edvel do mar, o Projeto Metr\u00f3pole. 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