{"id":67190,"date":"2015-05-21T00:00:00","date_gmt":"2015-05-21T03:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/127.0.0.1\/acs\/acs-faz-alerta-projetos-parados-retardam-o-desenvolvimento-a-tribuna-2152015\/"},"modified":"2015-05-21T00:00:00","modified_gmt":"2015-05-21T03:00:00","slug":"acs-faz-alerta-projetos-parados-retardam-o-desenvolvimento-a-tribuna-2152015","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/acs-faz-alerta-projetos-parados-retardam-o-desenvolvimento-a-tribuna-2152015\/","title":{"rendered":"ACS faz alerta: projetos parados retardam o desenvolvimento &#8211; A Tribuna &#8211; 21\/5\/2015"},"content":{"rendered":"<p>Publicada em: A Tribuna &#8211;<a href=\"http:\/\/www.atribuna.com.br\/\"> http:\/\/www.atribuna.com.br\/<\/a> &#8211;&nbsp;21\/5\/2015, p\u00e1gina C-4, Economia<\/p>\n<p># O presidente da Associa\u00e7\u00e3o Comercial de Santos, Roberto Santini, defende mais agilidade na execu\u00e7\u00e3o de obras<\/p>\n<p>MARCELO SANTOS<\/p>\n<p>DA REDA\u00c7\u00c3O<\/p>\n<p><strong><em>Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o \/ A Tribuna<\/em><\/strong><br \/>&nbsp;<br \/><strong><em>&nbsp; &nbsp; Roberto Clemente Santini, presidente da Associa\u00e7\u00e3o Comercial de Santos<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Uma regi\u00e3o estrat\u00e9gica para a log\u00edstica do Pa\u00eds, a Baixada Santista est\u00e1 praticamente paralisada por uma s\u00e9rie de projetos de infraestrutura que n\u00e3o saem do papel. O alerta \u00e9 do presidente da Associa\u00e7\u00e3o Comercial de Santos (ACS), Roberto Clemente Santini, tamb\u00e9m diretor-presidente da TV Tribuna.<\/p>\n<p>O F\u00f3rum da Ind\u00fastria da Constru\u00e7\u00e3o de Santos e Regi\u00e3o (Ficon), evento do Sistema A Tribuna de Comunica\u00e7\u00e3o, terminou ontem no Mendes Convention Center com um debate entre os prefeitos da regi\u00e3o. Os acessos \u00e0s cidades, que dependem de obras de infraestrutura, foram o tema principal.<\/p>\n<p>Pouco antes do debate, Santini fez um apelo para que as autoridades olhem com aten\u00e7\u00e3o as obras que n\u00e3o saem do papel. \u201cNosso sentimento \u00e9 de ang\u00fastia, nossa preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 coletiva, n\u00e3o d\u00e1 mais para esperar\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Santini mencionou como mais urgentes os projetos que agregam valor \u00e0 economia da regi\u00e3o e d\u00e3o mais conforto \u00e0 popula\u00e7\u00e3o, como os aeroportos de Guaruj\u00e1 e Praia Grande, a reformula\u00e7\u00e3o da entrada de Santos, o Mergulh\u00e3o do Porto de Santos, o Porto Valongo, o VLT e o T\u00fanel Santos-Guaruj\u00e1.<\/p>\n<p>Segundo o presidente da ACS, esses projetos s\u00e3o inadi\u00e1veis e poderiam alavancar n\u00e3o s\u00f3 o desenvolvimento da Baixada Santista como o do Estado de S\u00e3o Paulo e do Brasil.<\/p>\n<p>No caso do Aeroporto de Guaruj\u00e1, Santini lembra que se reuniu com os prefeitos da regi\u00e3o em 1998 para discutir o projeto e que uma semana depois o grupo foi recebido pelo Minist\u00e9rio da Aeron\u00e1utica em Bras\u00edlia. Ap\u00f3s esses anos todos, apesar do procedimento burocr\u00e1tico ter evolu\u00eddo, a obra ainda n\u00e3o saiu do papel.<\/p>\n<p>J\u00e1 o Aeroporto de Praia Grande, diz Santini, \u00e9 de 2007 e no ano passado o projeto ganhou aprova\u00e7\u00e3o do Conselho Estadual de Meio Ambiente. \u201cQuando todos imagin\u00e1vamos que a obra iria ser iniciada, nova paralisa\u00e7\u00e3o, desta vez por quest\u00f5es ambientais\u201d.<\/p>\n<p>A maioria desses projetos citados tem uma caracter\u00edstica em comum: s\u00e3o constantemente alterados, o que s\u00f3 amplia os prazos de execu\u00e7\u00e3o. \u201cOs projetos t\u00eam que ser planejados e bem elaborados, evitando mudan\u00e7as frequentes que na pr\u00e1tica s\u00f3 retardam a execu\u00e7\u00e3o\u201d, defendeu Santini.<\/p>\n<hr \/>\n<p># Alerta<\/p>\n<p>\u201cTodos os empres\u00e1rios associados \u00e0 ACS s\u00e3o favor\u00e1veis \u00e0 implanta\u00e7\u00e3o do atual projeto do t\u00fanel submerso, obra fundamental para a comunidade portu\u00e1ria. Mudar agora significa retardar, adiar mais uma vez, o que n\u00e3o interessa a ningu\u00e9m. Temos um projeto, vamos partir para a execu\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Roberto Clemente Santini, presidente da ACS e diretor-presidente da TV Tribuna<\/p>\n<hr \/>\n<p># Liga\u00e7\u00e3o pelo Estu\u00e1rio est\u00e1 no papel h\u00e1 seis d\u00e9cadas<\/p>\n<p>Entre os projetos que nunca saem do papel, o do T\u00fanel Santos-Guaruj\u00e1 \u00e9 o mais emblem\u00e1tico. Esse empreendimento foi proposto pela primeira vez nos anos 1950. A demora \u00e9 tamanha que a regi\u00e3o j\u00e1 necessita n\u00e3o s\u00f3 de uma, mas de uma segunda liga\u00e7\u00e3o via Estu\u00e1rio. Santini afirma que na ter\u00e7a-feira conversou com executivos dos terminais portu\u00e1rios e eles apontaram o t\u00fanel submerso como investimento priorit\u00e1rio para o Porto.<\/p>\n<p>Mas Santini ressalta que esse projeto padece do mesmo mal dos outros empreendimentos prometidos \u2013 as mudan\u00e7as constantes. A ideia de constru\u00e7\u00e3o do t\u00fanel foi substitu\u00edda pela ponte e agora \u00e9 novamente um t\u00fanel.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, Santini alega que j\u00e1 \u00e9 hora de come\u00e7ar a debater uma segunda liga\u00e7\u00e3o Santos-Guaruj\u00e1. \u201cN\u00e3o podemos nos dar ao luxo de retardar o desenvolvimento da nossa regi\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>O empres\u00e1rio destaca tamb\u00e9m outra reivindica\u00e7\u00e3o do setor portu\u00e1rio que est\u00e1 eternamente no papel \u2013 o Mergulh\u00e3o (passagem subterr\u00e2nea no Valongo).<\/p>\n<p>\u201cDe tempos em tempos o que se ouve \u00e9 mudan\u00e7a ou adapta\u00e7\u00e3o de projeto. Primeiro o mergulh\u00e3o teria cerca de 1.300 metros: depois cerca de 700 metros e at\u00e9 agora n\u00e3o se chegou a uma decis\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>\u201cE o mais grave: s\u00f3 h\u00e1 cerca de R$ 300 milh\u00f5es para uma obra que custar\u00e1 pelo menos, segundo estimativas oficiais, cerca de R$ 700 milh\u00f5es\u201d, lamentou Santini.<\/p>\n<hr \/>\n<p><a href=\"http:\/\/127.0.0.1\/acs\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/2015-05-21-atribuna-a1-ficon-acs.pdf\">Confira a capa de A Tribuna com manchete sobre o evento<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/127.0.0.1\/acs\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/2015-05-21-atribuna-c4-ficon-acs.pdf\">Confira a reprodu\u00e7\u00e3o da p\u00e1gina C-4 sobre o evento<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p># Atraso em investimentos mostra necessidade de mais integra\u00e7\u00e3o &#8211; A Tribuna &#8211; 21\/5\/2015<\/p>\n<p>Publicada em: A Tribuna &#8211; 21\/5\/2015, p\u00e1gina C-1, Economia<\/p>\n<p># No Ficon, prefeitos apontam que a metropoliza\u00e7\u00e3o ainda est\u00e1 longe de solucionar problemas da Baixada Santista<\/p>\n<p>MARCELO SANTOS<\/p>\n<p>DA REDA\u00c7\u00c3O<\/p>\n<p>Prefeitos da regi\u00e3o reunidos ontem no Semin\u00e1rio do F\u00f3rum da Ind\u00fastria da Constru\u00e7\u00e3o de Santos e Regi\u00e3o (Ficon) chegaram a um consenso \u2013 sem planejamento integrado entre as cidades da Baixada Santista, pend\u00eancias de d\u00e9cadas, como obras de infraestrutura, continuar\u00e3o postergadas.<\/p>\n<p>Esse trabalho conjunto poderia ser resolvido por a\u00e7\u00f5es metropolitanas, mas a reclama\u00e7\u00e3o das autoridades mostra que o sonho da metropoliza\u00e7\u00e3o est\u00e1 longe ainda.<\/p>\n<p>\u201cO Brasil vive no individualismo ou com um pensamento corporativista\u201d, afirmou o prefeito de Praia Grande, Alberto Mour\u00e3o. Segundo ele, h\u00e1 uma barreira cultural. As cidades s\u00e3o coladas uma nas outras, mas a sociedade brasileira n\u00e3o entende o que \u00e9 uma regi\u00e3o metropolitana. Segundo ele, se essa metropoliza\u00e7\u00e3o funcionasse, haveria um sistema central com poder de decis\u00f5es sobre o transporte, sa\u00fade e seguran\u00e7a p\u00fablica, tirando at\u00e9 atribui\u00e7\u00f5es dos prefeitos.<\/p>\n<p>As cr\u00edticas foram feitas durante painel que discutiu o acesso \u00e0s cidades e obras como o t\u00fanel Santos-Guaruj\u00e1 e VLT. O tema marcou os debates do Ficon, uma iniciativa do Sistema A Tribuna de Comunica\u00e7\u00e3o, com realiza\u00e7\u00e3o da Una Marketing de Eventos.<\/p>\n<p>O f\u00f3rum terminou ontem no Mendes Convention Center.<\/p>\n<p>Pouco antes da fala dos prefeitos, o diretor-presidente da TVTribuna e presidente da Associa\u00e7\u00e3o Comercial de Santos, Roberto Clemente Santini, alertou que a regi\u00e3o est\u00e1 paralisada devido \u00e0 falta de investimentos na infraestrutura.<\/p>\n<p>O painel contou tamb\u00e9m com a prefeita M\u00e1rcia Rosa (Cubat\u00e3o), os prefeitos Mauro Orlandini (Bertioga) e Paulo Alexandre Barbosa (Santos) e o secret\u00e1rio interino de Opera\u00e7\u00f5es Urbanas de Guaruj\u00e1, Adilson Luiz de Jesus. Do setor privado participaram Rog\u00e9rio Conde (Engeterpa), Rui Klein (Ecovias), Ricardo Beschizza (Sinduscon) e Gustavo Fernandez (Assecob).<\/p>\n<hr \/>\n<p>\u201cOverdose\u201d de leis sufoca prefeitos<\/p>\n<p>Legisla\u00e7\u00f5es que se multiplicam, disputas no Judici\u00e1rio e cobran\u00e7as do Tribunal de Contas est\u00e3o sufocando prefeitos, que aproveitaram o F\u00f3rum da Ind\u00fastria da Constru\u00e7\u00e3o de Santos e Regi\u00e3o (Ficon) para reclamar das dificuldades crescentes para administrar suas cidades.<\/p>\n<p>Segundo Mauro Orlandini, os prefeitos governam em meio a uma \u201coverdose de legisla\u00e7\u00f5es\u201d que funcionam como \u201cconjunto de pegadinhas\u201d.<\/p>\n<p>S\u00e3o tantas regras, diz ele, que as prefeituras precisam ter quadros de funcion\u00e1rios bem capacitados voltados para aplic\u00e1-las.<\/p>\n<p>Ele reclama que h\u00e1 in\u00fameros planos que as cidades precisam elaborar, como saneamento, turismo e educa\u00e7\u00e3o, e que o Tribunal de Contas faz exig\u00eancias sobre regras que n\u00e3o s\u00e3o claras.<\/p>\n<p>Orlandini diz ainda que recebeu de um oficial de Justi\u00e7a a ordem de comprar um rem\u00e9dio de R$ 160 mil que, al\u00e9m de estar em fase experimental, \u00e9 do exterior e precisa de processo de importa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>M\u00e1rcia Rosa, de Cubat\u00e3o, conta que a Prefeitura tem que gerenciar circunst\u00e2ncias que s\u00e3o resultados, por exemplo, de decis\u00f5es de outras inst\u00e2ncias.<\/p>\n<p>\u00c9 o caso de um condom\u00ednio da CDHU para 10 mil habitantes, no qual a EMTU n\u00e3o deixa entrar \u00f4nibus porque o vi\u00e1rio interno n\u00e3o suporta esses ve\u00edculos. Ambas as empresas s\u00e3o do Governo do Estado. Por\u00e9m, lembra ela, a cobran\u00e7a da popula\u00e7\u00e3o recai sobre a Prefeitura.<\/p>\n<hr \/>\n<p># Aeroporto pode operar em 2017<\/p>\n<p>Reivindica\u00e7\u00e3o de muitas d\u00e9cadas na regi\u00e3o, o Aeroporto Regional de Guaruj\u00e1 est\u00e1 mais pr\u00f3ximo da realidade, segundo o secret\u00e1rio interino de Opera\u00e7\u00e3o Urbanas e Meio Ambiente do Munic\u00edpio, Adilson Luiz de Jesus. A expectativa dele \u00e9 que as opera\u00e7\u00f5es comecem em 2017.<\/p>\n<p>O projeto do aeroporto, um empreendimento mergulhado h\u00e1 muitos anos na burocracia e que resiste a sair do papel, deve ser licitado no final do ano, conforme o secret\u00e1rio.<\/p>\n<p>Ele afirma que a Secretaria de Avia\u00e7\u00e3o Civil aprovou a modelagem do aeroporto e que o pr\u00f3ximo passo ser\u00e1 dar entrada dos documentos do Estudo e Relat\u00f3rio de Impacto Ambiental (EIA-Rima), exigido para a libera\u00e7\u00e3o do edital.<\/p>\n<p>Altera\u00e7\u00f5es nos projetos de obras de infraestrutura geralmente causam grandes atrasos na execu\u00e7\u00e3o. O aeroporto tamb\u00e9m passou por mudan\u00e7as no projeto, mas Adilson Jesus diz que essas altera\u00e7\u00f5es melhoram as condi\u00e7\u00f5es de desenvolvimento do empreendimento.<\/p>\n<p>Ele conta que o projeto inicial previa \u00e1rea de 270 mil metros quadrados em terreno da Base A\u00e9rea. Ap\u00f3s estudos, a Prefeitura de Guaruj\u00e1 solicitou a amplia\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o cedido para 1,53 milh\u00e3o de metros quadrados. Isso porque a libera\u00e7\u00e3o do terreno vai exigir compensa\u00e7\u00e3o ambiental.<\/p>\n<p>Portanto, haver\u00e1 uma redu\u00e7\u00e3o de custo, pois a compensa\u00e7\u00e3o ambiental poder\u00e1 ser feita dentro do terreno original, bem ao lado do aeroporto.<\/p>\n<p>Em meio a toda essa burocracia, o secret\u00e1rio municipal diz que as companhias a\u00e9reas sondam a Prefeitura sobre poss\u00edveis investimentos no aeroporto.<\/p>\n<p>Uma delas, afirma ele, quer operar em Guaruj\u00e1 com&nbsp; sete linhas.<\/p>\n<p>Questionado sobre qual a\u00e9rea apresentou essa inten\u00e7\u00e3o, ele apenas fala que praticamente todas as grandes empresas do setor fizeram contatos com o Munic\u00edpio.<\/p>\n<p>No Pa\u00eds, a avia\u00e7\u00e3o \u00e9 controlada pela TAM e Gol, mas a Azul aparece como uma companhia que investe pesado para crescer nos mercados regionais econseguir enfrentar as gigantes.<\/p>\n<hr \/>\n<p># Investimentos em infraestrutura<\/p>\n<p>70<\/p>\n<p>por cento da receita com impostos v\u00e3o para o Governo Federal, alertou ontem o prefeito de Santos, durante sua participa\u00e7\u00e3o no Ficon.<\/p>\n<p>25<\/p>\n<p>por cento da arrecada\u00e7\u00e3o com tributos acabam sendo destinados aos estados.<\/p>\n<p>Discuss\u00e3o sem fim<\/p>\n<p>Brechas na lei, projetos com falhas na elabora\u00e7\u00e3o e falta de recursos est\u00e3o entre as principais causas que atrasam a execu\u00e7\u00e3o dos empreeendimentos de infraestrutura. Por\u00e9m, o prefeito santista Paulo Alexandre Barbosa elencou ontem no F\u00f3rum da Ind\u00fastria da Constru\u00e7\u00e3o de Santos e Regi\u00e3o (Ficon) mais um entrave: a discuss\u00e3o sem fim sobre as caracter\u00edsticas desses projetos. Ele se referiu ao T\u00fanel Santos-Guaruj\u00e1 e lembrou que o projeto executivo do t\u00fanel j\u00e1 est\u00e1 pronto e que os recursos foram empenhados.<\/p>\n<p>Segundo o prefeito, a primeira licen\u00e7a ambiental foi emitida e o processo licitat\u00f3rio est\u00e1 em andamento. De acordo com ele, o projeto andou \u201csignificativamente\u201d, mas setores da sociedade ainda insistem em discutir a localiza\u00e7\u00e3o do t\u00fanel.<\/p>\n<p>Para o prefeito, essa discuss\u00e3o est\u00e1 prescrita e o projeto deve ser dissociado do \u201cdebate pol\u00edtico\u201d.<\/p>\n<p>O t\u00fanel \u00e9 um sonho antigo da regi\u00e3o \u2013 surgiu em 1937. Por\u00e9m, mudan\u00e7as de governos, altera\u00e7\u00f5es no projeto, falta de verba e discord\u00e2ncias de todo tipo adiaram sucessivamente sua execu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>5<\/p>\n<p>por cento da receita com tributos no Brasil s\u00e3o destinados aos munic\u00edpios, conforme Paulo Alexandre Barbosa.<\/p>\n<p>15<\/p>\n<p>mil caminh\u00f5es por dia passam pela entrada de Santos, o que exige mais investimentos em infraestrutura.<\/p>\n<hr \/>\n<p># Saiba mais<\/p>\n<p>&gt;&gt;Patroc\u00ednio<\/p>\n<p>O Ficon 2015 tem o patroc\u00ednio da Engeterpa, Ecorodovias, Grupo Macuco, Grupo Mendes, L. Lopes, Silamar, V\u00e9rtice e WDS.<\/p>\n<p>&gt;&gt;Apoio<\/p>\n<p>Apoiam o Ficon 2015 a Associa\u00e7\u00e3o Comercial de Santos, Associa\u00e7\u00e3o de Empres\u00e1rios da Baixada Santista (Assecob), Caixa Econ\u00f4mica Federal, Governo Federal, Seconci-SP, Sinduscon-SP e prefeituras de Bertioga, Cubat\u00e3o, Guaruj\u00e1, Praia Grande e Santos.<\/p>\n<hr \/>\n<p># Nova \u00e1rea<\/p>\n<p>Guaruj\u00e1 ter\u00e1 uma \u00e1rea de 650 mil metros quadrados, com cinco lotes bem ao lado do futuro Aeroporto Regional.<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio interino de Opera\u00e7\u00f5es Urbanas e Meio Ambiente do Munic\u00edpio, Adilson Luiz de Jesus, diz que recebeu ontem durante o F\u00f3rum da Ind\u00fastria da Constru\u00e7\u00e3o de Santos e Regi\u00e3o (Ficon), a informa\u00e7\u00e3o, por parte do comandante da Base A\u00e9rea, Carlos Alberto Panza, de que o terreno ser\u00e1 liberado pela Aeron\u00e1utica.<\/p>\n<p>Essa \u00e1rea, afirma o secret\u00e1rio municipal, vai ficar dispon\u00edvel para investimentos do setor privado.<\/p>\n<p>A expectativa da Prefeitura \u00e9 que a proximidade do Estu\u00e1rio e do aeroporto atraia empresas do setor de petr\u00f3leo e g\u00e1s ou mesmo do segmento portu\u00e1rio.<\/p>\n<hr \/>\n<p><a href=\"http:\/\/127.0.0.1\/acs\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/2015-05-21-atribuna-c1-ficon-acs.pdf\">Confira a reprodu\u00e7\u00e3o da p\u00e1gina C-3 sobre o evento<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p># Revitaliza\u00e7\u00e3o de bairros pode atrair investimentos &#8211; A Tribuna &#8211; 21\/5\/2015<\/p>\n<p>Publicada em: A Tribuna &#8211; 21\/5\/2015, p\u00e1gina C-3, Economia<\/p>\n<p># A\u00e7\u00e3o visa valorizar popula\u00e7\u00e3o e regi\u00e3o<\/p>\n<p>MATHEUS M\u00dcLLER<\/p>\n<p>DA REDA\u00c7\u00c3O<\/p>\n<p>A import\u00e2ncia do marketing imobili\u00e1rio em tempos de crise na economia brasileira, os exemplos de recupera\u00e7\u00e3o da confian\u00e7a do mercado em Portugal e os benef\u00edcios da revitaliza\u00e7\u00e3o de bairros da regi\u00e3o foram alguns dos assuntos debatidos na manh\u00e3 do \u00faltimo dia do F\u00f3rum da Ind\u00fastria da Constru\u00e7\u00e3o de Santos e Regi\u00e3o (Ficon), realizado no Mendes Convention Center.<\/p>\n<p>O planejamento de um trabalho de reestrutura\u00e7\u00e3o em edifica\u00e7\u00f5es e vias de bairros da Baixada Santista teve destaque na 5\u00aa edi\u00e7\u00e3o do evento. O servi\u00e7o \u00e9 considerado essencial para atrair novos investidores e fomentar ainda mais desenvolvimento econ\u00f4mico.<\/p>\n<p>Os convidados para discutir o tema foram o presidente do Conselho de Defesa do Patrim\u00f4nio Cultural de Santos (Condepasa), Bechara Pestana Neves; o promotor de Meio Ambiente, Daury de Paula Jr.; gerente regional do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Estado, Edison Eloy de Souza; o conselheiro do Conselho Superior da Ind\u00fastria da Constru\u00e7\u00e3o \/ Fiesp, Jos\u00e9 Joaquim do Amaral, e o engenheiro Marcos Casado, diretor da Sustentech.<\/p>\n<p>Bechara lembrou que, h\u00e1 uma d\u00e9cada, Santos conta com o programa Alegra Centro. Ele, al\u00e9m de revitalizar o Centro Hist\u00f3rico, tamb\u00e9m implica o desenvolvimento econ\u00f4mico. \u201cAo longo desses 10 anos do projeto, n\u00f3s tivemos 490 obras de recupera\u00e7\u00e3o no Centro e diminu\u00edmos em um ter\u00e7o o n\u00famero de im\u00f3veis que estavam fechados e deteriorados. O maior avan\u00e7o foi a vinda de mais de 53% de atividades econ\u00f4micas para a regi\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Apesar de citar grandes avan\u00e7os devido ao modelo, ele reconhece que \u00e9 necess\u00e1rio analisar o projeto e colocar na balan\u00e7a o que deu certo e o que precisa ser melhorado.<\/p>\n<p>\u201cSantos tem um potencial incr\u00edvel, mas tem que olhar para o centro expandido. Existem \u00e1reas que est\u00e3o imediatamente ligadas ao centro comercial, e est\u00e3o \u00e1vidas por uma revitaliza\u00e7\u00e3o urbana. Destacaria o Paquet\u00e1, Valongo e Vila Nova\u201d.<\/p>\n<p>Segundo ele, nesses locais \u00e9 grande a possibilidade de trabalhar o conceito que foi tema no painel: os bairros planejados. \u201cEsse conceito n\u00e3o significa a cria\u00e7\u00e3o de um novo bairro, mas sim a requalifica\u00e7\u00e3o urbana de \u00e1reas, algo extremamente interessante e que minimiza significativamente os impactos vividos nos m\u00e9dios e grandes centros\u201d.<\/p>\n<p>O promotor Daury disse que o Ficon \u00e9 um evento importante para a regi\u00e3o, pois permite direcionar o planejamento e evitar que erros aconte\u00e7am. \u201cN\u00e3o podemos falar de qualquer projeto de novos bairros, ou habita\u00e7\u00f5es sustent\u00e1veis, se essa quest\u00e3o for tratada no individual. S\u00f3 existe solu\u00e7\u00e3o se pensar na \u00e1rea como um todo\u201d.<\/p>\n<p>INTEGRA\u00c7\u00c3O<\/p>\n<p>De acordo com Daury, pensar no impacto dessas a\u00e7\u00f5es antes de coloc\u00e1-las em pr\u00e1tica \u00e9 importante para evitar falhas do passado. Para ele, os prefeitos precisam pensar as cidades de forma integrada. \u201cN\u00e3o posso imaginar, por exemplo, uma requalifica\u00e7\u00e3o de Vicente de Carvalho, sem pensar nos impactos em Santos, onde est\u00e1 o centro econ\u00f4mico. Assim como n\u00e3o h\u00e1 como pensar em revitalizar Vicente de Carvalho sem avaliar o entorno, para evitar aquele processo de empurrar a popula\u00e7\u00e3o de baixa renda\u201d.<\/p>\n<hr \/>\n<p># Planejamento<\/p>\n<p>\u201cPoder\u00edamos promover e impulsionar as a\u00e7\u00f5es do programa Alegra Centro. Mas como todo programa, passada uma d\u00e9cada, \u00e9 necess\u00e1ria uma revis\u00e3o e a readequa\u00e7\u00e3o do projeto\u201d<\/p>\n<p>Bechara Pestana Neves, presidente do Condepasa<\/p>\n<hr \/>\n<p># Portugal reage com capital estrangeiro<\/p>\n<p>Hoje \u00e9 o Brasil que enfrenta uma crise na economia e est\u00e1 com a confian\u00e7a do mercado em queda. Por isso, aprender com quem j\u00e1 passou por situa\u00e7\u00e3o semelhante se torna um exerc\u00edcio importante em busca de solu\u00e7\u00f5es para superar o momento delicado.<\/p>\n<p>A primeira palestra do Ficon, ontem, auxiliou esse interc\u00e2mbio de informa\u00e7\u00f5es. A convidada, Daniele Guiomar, diretora geral da C\u00e2mara Portuguesa, explicou que seu pa\u00eds aproveitou o momento de dificuldade para facilitar o acesso de empres\u00e1rios estrangeiros e, dessa forma, captar recursos.<\/p>\n<p>\u201cPortugal est\u00e1 em recupera\u00e7\u00e3o da crise econ\u00f4mica gra\u00e7as a uma s\u00e9rie de a\u00e7\u00f5es, como investimentos estruturais e incentivos fiscais para empres\u00e1rios de fora do pa\u00eds, inclusive com a possibilidade de que possam se estabelecer no territ\u00f3rio\u201d.<\/p>\n<p>Segundo Daniele, construir uma empresa em Portugal hoje \u00e9 mais acess\u00edvel e competitivo do que em qualquer outro pa\u00eds do mercado europeu.<\/p>\n<p>E foi dessa forma que eles chamaram a aten\u00e7\u00e3o de investidores, por estarem bem localizados na Uni\u00e3o Europeia e oferecem uma estrutura de primeiro mundo a custos baixos. (MM)<\/p>\n<hr \/>\n<p># Setor imobili\u00e1rio deve se reinventar e inovar<\/p>\n<p>Enquanto o Brasil n\u00e3o possui estrat\u00e9gias definidas para ultrapassar o momento turbulento na economia, \u00e9 preciso renovar e criar solu\u00e7\u00f5es para superar as dificuldades. De acordo com Bruno Lessa, editor do portal de marketing imobili\u00e1rio VGV e diretor da empresa marketing SIM, toda crise traz oportunidades de se reinventar, inovar e pensar em novas solu\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>\u201cO empres\u00e1rio deve aproveitar a baixa do mercado e avaliar o pr\u00f3prio trabalho para saber o que, de fato, est\u00e3o entregando aos clientes. Hoje, por exemplo, as pessoas est\u00e3o conectadas o tempo todo. As empresas devem estar aptas a atend\u00ea-las a qualquer momento e precisam oferecer um servi\u00e7o multiplataforma.<\/p>\n<p>Quem procura um im\u00f3vel \u00e0s 3 horas da manh\u00e3 \u00e9 porque quer comprar e, portanto, precisa ser respondido\u201d.<\/p>\n<p>A tecnologia, segundo ele, \u00e9 algo que vem agregar muito no marketing imobili\u00e1rio, entretanto, ressalta que todas as m\u00eddias t\u00eam seu espa\u00e7o e devem ser utilizadas de acordo com o p\u00fablico-alvo do empreendimento.<\/p>\n<p>\u201cSempre \u00e9 importante lembrar que o marketing imobili\u00e1rio come\u00e7a em seu projeto, onde devem ser avaliados o produto (empreendimento), pre\u00e7o, ponto de venda (localiza\u00e7\u00e3o) e promo\u00e7\u00e3o (marketing). (MM)<\/p>\n<hr \/>\n<p><a href=\"http:\/\/127.0.0.1\/acs\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/2015-05-21-atribuna-c3-ficon-acs.pdf\">Confira a reprodu\u00e7\u00e3o da p\u00e1gina C-3 sobre o evento<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Publicada em: A Tribuna &#8211; http:\/\/www.atribuna.com.br\/ &#8211;&nbsp;21\/5\/2015, p\u00e1gina C-4, Economia # O presidente da Associa\u00e7\u00e3o Comercial de Santos, Roberto Santini, defende mais agilidade na execu\u00e7\u00e3o de obras MARCELO SANTOS DA REDA\u00c7\u00c3O Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o \/ A Tribuna&nbsp;&nbsp; &nbsp; Roberto Clemente Santini, presidente da Associa\u00e7\u00e3o Comercial de Santos Uma regi\u00e3o estrat\u00e9gica para a log\u00edstica do Pa\u00eds, a [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":67185,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[98],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/67190"}],"collection":[{"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=67190"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/67190\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/media\/67185"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=67190"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=67190"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=67190"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}