{"id":66810,"date":"2015-04-29T00:00:00","date_gmt":"2015-04-29T03:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/127.0.0.1\/acs\/chama-a-benzedeira\/"},"modified":"2015-04-29T00:00:00","modified_gmt":"2015-04-29T03:00:00","slug":"chama-a-benzedeira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/chama-a-benzedeira\/","title":{"rendered":"Chama a benzedeira !!!"},"content":{"rendered":"<p>Coluna O Porto e Suas Quest\u00f5es<\/p>\n<p>Paulo Schiff (*)<\/p>\n<p>A regi\u00e3o da Baixada Santista se transformou num canteiro de obras paradas. Exatamente ao contr\u00e1rio do que se esperava depois de 2013. Naquele ano, o escoamento da safra brasileira de gr\u00e3os provocou um susto enorme no litoral. Susto que se espalhou por boa parte do pa\u00eds. Congestionamentos de caminh\u00f5es, com dezenas de quil\u00f4metros, travaram o acesso rodovi\u00e1rio e o sistema vi\u00e1rio de Santos e regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Percebeu-se ent\u00e3o, uma omiss\u00e3o de mais de 20 anos. Nesse per\u00edodo, a movimenta\u00e7\u00e3o de cargas no Porto saltou do patamar de 40 milh\u00f5es de toneladas \/ ano para o de 110 milh\u00f5es. Com exce\u00e7\u00e3o de duas avenidas perimetrais incompletas, uma em Santos e outra em Guaruj\u00e1, os acessos vi\u00e1rios e rodovi\u00e1rios permaneceram os mesmos.<\/p>\n<p>A obra mais importante, pista de descida da Rodovia dos Imigrantes, n\u00e3o permite o tr\u00e2nsito de caminh\u00f5es.<\/p>\n<p>As obras necess\u00e1rias est\u00e3o desenhadas h\u00e1 d\u00e9cadas. Mas n\u00e3o saem do papel. As que sa\u00edram, est\u00e3o paralisadas neste ano de 2015.<\/p>\n<p>Liga\u00e7\u00f5es secas entre Santos e Guaruj\u00e1 t\u00eam a necessidade&nbsp; diagnosticada desde a d\u00e9cada de 40 do s\u00e9culo passado. Anunciado pelo governo estadual a cada elei\u00e7\u00e3o, o t\u00fanel ainda n\u00e3o foi nem licitado.<\/p>\n<p>A presidente Dilma Roussef parou o tr\u00e2nsito de Santos no ano passado para anunciar um t\u00fanel entre a Zona Leste e a Zona Noroeste da cidade, separadas por morros. At\u00e9 agora, nenhum metro de escava\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O Ve\u00edculo Leve Sobre Trilhos, que come\u00e7ou, est\u00e1 paralisado por decis\u00e3o judicial em Santos. O Minist\u00e9rio P\u00fablico implicou com uma mudan\u00e7a de tra\u00e7ado.<\/p>\n<p>A entrada da cidade de Santos, gargalo cr\u00f4nico e que sofreu com o inc\u00eandio no terminal da Ultracargo, teve obras anunciadas no in\u00edcio de 2013 pelas tr\u00eas esferas de governo: municipal, estadual e federal. Nenhuma das tr\u00eas conseguiu colocar um \u00fanico tijolo at\u00e9 agora.<\/p>\n<p>Obras contra as enchentes que tamb\u00e9m travam os acessos em dias de chuva na Avenida Nossa Senhora de F\u00e1tima sofrem cr\u00edticas quanto ao ritmo lento at\u00e9 dos organismos de financiamento internacional.<\/p>\n<p>E para completar o quadro, o DER n\u00e3o consegue terminar uma reforma que se transformou em novela na Ponte P\u00eansil, em S\u00e3o Vicente, e est\u00e1 com a duplica\u00e7\u00e3o do Viaduto do Casqueiro, em Cubat\u00e3o, parada.<\/p>\n<p>A impress\u00e3o que d\u00e1 no observador \u00e9 a de que precisa chamar uma benzedeira.<\/p>\n<p>(*) Paulo Schiff \u00e9 jornalista. Email: <a href=\"mailto:prschiff@uol.com.br\">prschiff@uol.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Coluna O Porto e Suas Quest\u00f5es Paulo Schiff (*) A regi\u00e3o da Baixada Santista se transformou num canteiro de obras paradas. Exatamente ao contr\u00e1rio do que se esperava depois de 2013. Naquele ano, o escoamento da safra brasileira de gr\u00e3os provocou um susto enorme no litoral. Susto que se espalhou por boa parte do pa\u00eds. [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[109],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/66810"}],"collection":[{"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=66810"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/66810\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=66810"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=66810"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=66810"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}