{"id":56894,"date":"2013-10-03T08:47:10","date_gmt":"2013-10-03T11:47:10","guid":{"rendered":"http:\/\/127.0.0.1\/acs\/pocos-de-santos-no-topo-do-ranking-a-tribuna-3-10-2013\/"},"modified":"2013-10-03T08:47:10","modified_gmt":"2013-10-03T11:47:10","slug":"pocos-de-santos-no-topo-do-ranking-a-tribuna-3-10-2013","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/pocos-de-santos-no-topo-do-ranking-a-tribuna-3-10-2013\/","title":{"rendered":"Po\u00e7os de Santos no topo do ranking \/  A Tribuna \/ 3\/10\/2013"},"content":{"rendered":"<p>Publicado em:<\/p>\n<p>A Tribuna \/ 3\/10\/2013<\/p>\n<p>Segundo a ANP, apesar da supremacia da Bacia de Campos nas estat\u00edsticas, unidades de Lula e Sapinho\u00e1 j\u00e1 s\u00e3o as maiores do Pa\u00eds<\/p>\n<p>Um mesmo campo pode ser formado por v\u00e1rios po\u00e7os. Tr\u00eas campos da Bacia de Campos \u2013 Marlim Sul, Roncador e Marlim (com 324mil, 282mil e 188 mil BOE\/d, respectivamente) \u2013 s\u00e3o os maiores do Brasil. Lula tem 147 mil. Os dados da ANP revelam a for\u00e7a da Bacia de Santos, apesar da grande infraestrutura a ser instalada, com plataformas, dutos e log\u00edstica em terra. Santos tamb\u00e9m tem uma diferen\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o a Campos, que \u00e9 a grande quantidade de g\u00e1s associada ao petr\u00f3leo.<\/p>\n<p>GUARUJ\u00c1<\/p>\n<p>Esta condi\u00e7\u00e3o \u00e9 altamente vantajosa para a Baixada Santista. O g\u00e1s de Cernambi, que ser\u00e1 levado para uma unidade de tratamento em Cabi\u00fanas, distrito que pertence a Maca\u00e9 (RJ), precisar\u00e1 de um gasoduto de quase 400 Km. Esses tubos, produzidos no Vale do Para\u00edba, ser\u00e3o instalados no fundo do mar pela Saipem, que constr\u00f3i uma unidade para mil funcion\u00e1rios em Guaruj\u00e1.<\/p>\n<p>\u201cA regi\u00e3o tem muito a ganhar com o desenvolvimento da produ\u00e7\u00e3o de g\u00e1s e petr\u00f3leo. Al\u00e9m de, geograficamente, estar localizada bem pr\u00f3xima das bacias de explora\u00e7\u00e3o, est\u00e1 perto da ind\u00fastria paulista, grande fornecedora da referida cadeia\u201d, afirma o coordenador da C\u00e2mara de Petr\u00f3leo e G\u00e1s da Associa\u00e7\u00e3o Comercial de Santos, Vicente do Valle.<\/p>\n<p>Mobiliza\u00e7\u00e3o pode atrair investimentos privados<\/p>\n<p>O coordenador da C\u00e2mara de Petr\u00f3leo e G\u00e1s da Associa\u00e7\u00e3o Comercial de Santos, Vicente do Valle, defende uma mobiliza\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o para atrair para a Baixada Santista investimentos privados relacionados \u00e0 explora\u00e7\u00e3o do pr\u00e9-sal.<\/p>\n<p>No momento, a Petrobras ainda tem poucas plataformas em opera\u00e7\u00e3o na Bacia de Santos. Tr\u00eas delas atuam no p\u00f3s sal (\u00e1guas rasas): Mexilh\u00e3o e Merluza, que t\u00eam o mesmo nome dos campos que atendem, e Cidade de Santos, instalada no Complexo Urugu\u00e1\/Tamba\u00fa.<\/p>\n<p>Mexilh\u00e3o extrai 41 mil barris de \u00f3leo equivalente por dia (ou 5,8 milh\u00f5es metros c\u00fabicos por dia) de seis po\u00e7os.<\/p>\n<p>No pr\u00e9-sal, a plataforma Cidade de Angra dos Reis explora Lula, produzindo 118 mil barris em quatro po\u00e7os. Cidade de Itaja\u00ed est\u00e1 em Ba\u00fana, com 39mil BOE\/d de quatro po\u00e7os. H\u00e1 ainda o Cidade de S\u00e3o Paulo em Sapinho\u00e1 e Cidade de Parati em Lula Nordeste.<\/p>\n<p>J\u00e1 a plataforma Cidade de S\u00e3o Vicente \u00e9 itinerante e trabalha nos campos sob teste de longa dura\u00e7\u00e3o (TLD, preliminar \u00e0 fase comercial). Por\u00e9m, essa quantidade de plataformas crescer\u00e1 muito at\u00e9 2020. O Plano de Neg\u00f3cios e Gest\u00e3o 2013-2017 da Petrobras mostra que no pr\u00f3ximo ano entram em opera\u00e7\u00e3o as plataformas Cidade de Mangaratiba, que trabalhar\u00e1 em Iracema Sul, e Cidade de Ilhabela, em Sapinho\u00e1 Norte. Em 2015, come\u00e7a a operar Iracema Norte.<\/p>\n<p>O grande salto ser\u00e1 dado de 2016 a 2018, conforme o Plano de Neg\u00f3cios. Ser\u00e3o 22 novas unidades de produ\u00e7\u00e3o, a grande maioria na Bacia de Santos. De acordo com a estatal, 38 plataformas ser\u00e3o instaladas entre 2013 e 2020.<\/p>\n<p>\u201cDevemos nos mobilizar para que os interesses de investimentos privados em nossa regi\u00e3o viabilizem outros, proporcionando, assim, quem sabe, a instala\u00e7\u00e3o de pequenas e m\u00e9dias ind\u00fastrias n\u00e3o poluentes e prestadores de servi\u00e7os nas \u00e1reas de manuten\u00e7\u00e3o e reparos\u201d, afirma Vicente do Valle.<\/p>\n<p>Segundo ele, para viabilizar esses empreendimentos, \u00e9 necess\u00e1rio dar um pontap\u00e9 inicial, que \u00e9 a instala\u00e7\u00e3o, na regi\u00e3o, de uma base offshore da Petrobras respons\u00e1vel pela manuten\u00e7\u00e3o das embarca\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A base tem potencial para atrair prestadores de servi\u00e7os no seu entorno. \u201cSem essa unidade, perderemos a possibilidade de participarmos como integrantes dessa cadeia de g\u00e1s e petr\u00f3leo na dimens\u00e3o que o pr\u00e9-sal vai exigir\u201d, diz ele.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/127.0.0.1\/acs\/wp-content\/uploads\/2013\/10\/2013-10-03-atribuna-petroleo.pdf\">Confira a reprodu\u00e7\u00e3o da not\u00edcia<\/a><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Publicado em: A Tribuna \/ 3\/10\/2013 Segundo a ANP, apesar da supremacia da Bacia de Campos nas estat\u00edsticas, unidades de Lula e Sapinho\u00e1 j\u00e1 s\u00e3o as maiores do Pa\u00eds Um mesmo campo pode ser formado por v\u00e1rios po\u00e7os. 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