{"id":45952,"date":"2010-09-20T11:18:42","date_gmt":"2010-09-20T14:18:42","guid":{"rendered":"http:\/\/127.0.0.1\/acs\/cidade-de-rio-grande-sai-da-estagnacao-com-aporte-bilionario-na-industria-naval\/"},"modified":"2010-09-20T11:18:42","modified_gmt":"2010-09-20T14:18:42","slug":"cidade-de-rio-grande-sai-da-estagnacao-com-aporte-bilionario-na-industria-naval","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/cidade-de-rio-grande-sai-da-estagnacao-com-aporte-bilionario-na-industria-naval\/","title":{"rendered":"Cidade de Rio Grande sai da estagna\u00e7\u00e3o com aporte bilion\u00e1rio na ind\u00fastria naval"},"content":{"rendered":"<p>Constru\u00e7\u00e3o de estaleiros, melhoria da infraestrutura do complexo e instala\u00e7\u00e3o de empresas na \u00e1rea do porto devem criar 15 mil empregos diretos e 35 mil indiretos<\/p>\n<p>Elder Ogliari \/ RIO GRANDE e Gerson Pantale\u00e3o<\/p>\n<p>Depois de quase duas d\u00e9cadas estagnada, a cidade do Rio Grande, a mais antiga do Estado do Rio Grande do Sul, vive uma fase de renascimento econ\u00f4mico proporcionado pela ind\u00fastria naval e pela amplia\u00e7\u00e3o da infraestrutura de seu porto. Segundo estimativa da prefeitura da cidade, no per\u00edodo de 2005 a 2015, cerca de R$ 14 bilh\u00f5es dever\u00e3o ter movimentado o munic\u00edpio, gerando 15 mil empregos diretos e 35 mil indiretos.<\/p>\n<p>O epis\u00f3dio que marcou o in\u00edcio dos investimentos foi a constru\u00e7\u00e3o da Plataforma P53 para a Petrobr\u00e1s, entre 2005 e 2008. Com um custo de R$ 2,5 bilh\u00f5es, a obra gerou 4,3 mil empregos.<\/p>\n<p>Em 2006, come\u00e7aram as obras do Estaleiro Rio Grande, do qual faz parte o Dique Seco, um projeto que envolve R$ 439 milh\u00f5es e que deve ficar pronto no m\u00eas que vem.A construtora WTorre \u00e9 a respons\u00e1vel pelo estaleiro, que ser\u00e1 arrendado para a Petrobr\u00e1s por dez anos. Uma parte da \u00e1rea j\u00e1 \u00e9 usada para a constru\u00e7\u00e3o da plataforma P55, um investimento de R$ 1,5 bilh\u00e3o. A inten\u00e7\u00e3o da estatal \u00e9 usar a estrutura do estaleiro para construir oito cascos de navios que, por sua vez, dever\u00e3o explorar petr\u00f3leo na camada do pr\u00e9-sal. O investimento deve ser de R$ 6 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Em outra \u00e1rea do complexo portu\u00e1rio do Rio Grande, no chamado Porto Novo, o Cons\u00f3rcio Quip (formado pelas empresas Queiroz Galv\u00e3o, UTC Engenharia, Camargo Corr\u00eaa, IESA e PJMR) vai integrar os m\u00f3dulos da Plataforma P63 ao casco do navio BW Nisa, que est\u00e1 sendo adaptado na Europa. O investimento \u00e9 de R$ 2,3 bilh\u00f5es, com expectativa de gera\u00e7\u00e3o de 2,5 mil empregos diretos.<\/p>\n<p>Al\u00e9m dos investimentos com participa\u00e7\u00e3o direta da Petrobr\u00e1s, o Polo Naval atraiu projetos exclusivamente privados. \u00c9 o caso do estaleiro da Wilson, Sons, que est\u00e1 em fase de licenciamento ambiental. A inten\u00e7\u00e3o \u00e9 construir embarca\u00e7\u00f5es de apoio \u00e0 explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e g\u00e1s e rebocadores portu\u00e1rios e oce\u00e2nicos. Ao todo, o empreendimento vai deve custar R$ 88 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Porto. O pr\u00f3prio porto do Rio Grande tem recebido investimentos. A amplia\u00e7\u00e3o da extens\u00e3o dos molhes da barra da Laguna dos Patos, liderada pelo governo federal, est\u00e1 permitindo outra obra: a de aprofundamento do calado dos canais de acesso do porto. &#8220;Isso vai trazer vantagens competitivas enormes ao porto do Rio Grande&#8221;, diz o presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira dos Terminais Portu\u00e1rios (ABTP), Wilen Manteli.<\/p>\n<p>Com a nova configura\u00e7\u00e3o, os navios de grande porte poder\u00e3o operar com capacidade m\u00e1xima no terminal ga\u00facho &#8211; e os ganhos de escala devem reduzir os custos das empresas com frete. A superintend\u00eancia do porto estima que o volume de cargas movimentado nos terminais deve dobrar at\u00e9 2015.<\/p>\n<p>Como consequ\u00eancia, dezenas de empresas est\u00e3o se instalando na \u00e1rea retroportu\u00e1ria. O complexo tem, hoje, 30 companhias. Outras 27 est\u00e3o em fase de instala\u00e7\u00e3o ou j\u00e1 reservaram seus terrenos.<\/p>\n<p>Os investimentos da ind\u00fastria naval trouxeram reflexos nos demais setores da economia de Rio Grande. Atualmente, dois novos hot\u00e9is est\u00e3o em constru\u00e7\u00e3o na cidade. Um deles pertence \u00e0 rede local Villa Moura Hot\u00e9is. &#8220;A (plataforma) P53 nos mostrou que havia perspectiva para esse investimento&#8221;, diz Luiz Carlos Esteves Hil\u00e1rio, dono da rede.<\/p>\n<p>Alvo de investimentos<br \/>Alguns n\u00fameros que demonstraram o interesse das empresas por Rio Grande<\/p>\n<p>R$ 88 milh\u00f5es ser\u00e3o investidos pelo Wilson, Sons em seu estaleiro<\/p>\n<p>27 empresas est\u00e3o em fase de instala\u00e7\u00e3o ou t\u00eam seus terrenos reservados na \u00e1rea do porto de Rio Grande<\/p>\n<p>Fonte: Estadao.com.br &#8211; 5\/4\/2010<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Constru\u00e7\u00e3o de estaleiros, melhoria da infraestrutura do complexo e instala\u00e7\u00e3o de empresas na \u00e1rea do porto devem criar 15 mil empregos diretos e 35 mil indiretos Elder Ogliari \/ RIO GRANDE e Gerson Pantale\u00e3o Depois de quase duas d\u00e9cadas estagnada, a cidade do Rio Grande, a mais antiga do Estado do Rio Grande do Sul, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[93],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/45952"}],"collection":[{"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=45952"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/45952\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=45952"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=45952"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/acs.org.br\/academy\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=45952"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}