Câmara Setorial de Ensino da Associação Comercial de Santos discute adaptação da educação nesta quarta revolução industrial

Fonte: Assessoria de imprensa ACS

Como adaptar as instituições de ensino superior à chamada quarta revolução industrial, período pelo qual passamos, em que a revolução tecnológica altera a forma como vivemos e trabalhamos? Esse foi o tema da reunião da Câmara Setorial das Instituições de Ensino da Associação Comercial de Santos (ACS), realizada nesta quinta-feira (4).

O assunto partiu da coordenadora da Câmara, Silvia Teixeira Penteado, que participou recentemente do Fórum Nacional de Ensino Superior, promovido pelo Sindicato das Instituições de Ensino Superior do Estado de são Paulo (SEMESP).

“Esse foi um os principais temas do fórum e achei importante trazê-lo para discussão em nossa Câmara Setorial. Entendemos como primeira revolução industrial a era da máquina a vapor. A segunda, como aquela que mudou a relação de trabalho para consumo. A terceira como a era digital e a quarta como a era da conectividade. Diante desse cenário, temos que discutir como as instituições precisam se preparar, em termos de geração de conhecimento e desenvolvimento de competências, uma vez que muitas profissões irão desaparecer. Como definimos indústrias, nações, o ser humano? O que a sociedade emergente necessita para flexibilização e transformação num mundo onde há, cada vez mais, desníveis sociais, principalmente no Brasil”.

 

Segundo ela, “é preciso trabalhar e investir coletivamente na liderança  de sistemas para  sustentabilidade, inclusão, diversidade, transferência da tecnologia para impactar a cultura da paz”.

 

Melhores práticas

Dentro do programa melhores práticas, em que cada instituição apresenta sua prática de sucesso, o associado regional da Fundação Dom Cabral para a Baixada Santista, Sergio Luiz Bruno, trouxe um case da Escola de Negócios da Fundação Dom Cabral, chamado “praticagem”.

 

“Esse projeto tem como objetivo reservar, após passar os conceitos nos programas de educação executiva, um tempo entre os módulos para fazer a experimentação prática. Ou seja, o professor da Fundação Dom Cabral acompanha os alunos para a aplicação pratica dos conceitos passados. Isso traz a garantia do entendimento”.

Segundo ele, esse método tem sido bem aceito por todas as organizações que atuam com a Fundação.

“Recebemos o retorno e todos apontam que a praticagem é um ponto fundamental na capacitação dos executivos”.

Ao final do encontro, os integrantes da Câmara deram boas - vindas à consulesa geral dos Países Baixos, Henriette Bersee, que visitou na manhã desta quinta-feira a ACS.

 

                                       





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